O repórter Guilherme Justino, de Zero Hora, foi um dos vencedores do Prêmio Estácio de Jornalismo 2018. Com a reportagem ‘A reinvenção das universidades particulares’, o jornalista levou o troféu na categoria Impresso – Modalidade Regional, além do valor de R$ 10 mil. Promovido pela Universidade Estácio de Sá, do Rio de Janeiro, o reconhecimento teve outros dois trabalhos gaúchos na final.
Representado pela editora de Educação de ZH, Angela Chagas, na cerimônia de entrega – realizada no Hotel Hilton Copacabana, no Rio de Janeiro -, Justino diz que ganhar o prêmio demonstra que pautas sobre o ensino brasileiro é um bom estímulo. “Um prêmio dedicado à educação é um incentivo imenso para o bom jornalismo sobre o tema”, declara, completando: “Que o assunto jamais deixe de pautar os jornais, revistas, portais, rádios e TVs do Brasil.”
Outros dois trabalhos gaúchos representaram o Estado nesta final. O Portal Desafios da Educação foi finalista na categoria Internet – Modalidade Nacional com a reportagem ‘Especial Censo EAD Brasil – Ensino à distância: Um mercado em expansão’, produzida pelos profissionais Leonardo Pujol, Fernanda La Cruz e Ricardo Lacerda – da agência República. O jornalista Robson Pandolfi, falecido neste ano, também integrou a equipe. O outro representante foi Eduardo Matos, da rádio Gaúcha, que concorreu com a matéria ‘Do abrigo à universidade’, pela categoria Rádio – Modalidade Regional.
Em sua oitava edição, a distinção contemplou matérias nacionais e regionais, sobre o ensino superior, publicadas em veículos impressos, televisão, rádio e internet. Neste ano, o Prêmio Estácio de Jornalismo recebeu 334 reportagens com premiação variando entre R$ 10 mil, para mídias regionais, a R$ 25 mil, com o troféu Grande Prêmio Estácio.

