Caminhões parados e atrasos nas entregas nas fronteiras brasileiras: esta é a realidade que a Revista Setcergs aborda na edição de maio/junho, detalhando as consequências da mudança na regra de entrada de caminhões na Argentina e no Chile. A publicação é do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística do Rio Grande do Sul, com edição e textos de Guacira Merlin.
A exigência, aos motoristas estrangeiros para os países citados, foi de apresentação de testes negativos RT-PCR, realizados com até 72 horas de antecedência. Porém, conforme a reportagem trazida na publicação, ela é considerada difícil de cumprir na prática, ainda que os cuidados sanitários sejam apoiados pelos transportadores.
Outro destaque da publicação é a reivindicação, feita pelo sindicato, de vacinação urgente dos profissionais do setor contra a Covid-19. A categoria não parou de trabalhar durante a pandemia e, apesar de estar há seis meses na lista de grupos prioritários, poucos são os caminhoneiros que já conseguiram se vacinar.
A reportagem traz ainda o caso da Ecosul. Há 9 anos, o Setcergs pede na Justiça Federal a anulação do Termo Aditivo ao Contrato de Concessão para exploração do Polo Rodoviário de Pelotas. Conforme o sindicato, é um dos pedágios mais caros do País. Agora, com a pretensão de prorrogação dos contratos com a Ecosul, a revista aborda o caso como uma decisão impensada, que trará prejuízos financeiros aos brasileiros.
Em circulação desde 1976, a Revista Setcergs conta também com reportagens de Giana Milani, revisão de Simone Donini e design gráfico de Turya Elisa Moog. Agora, a publicação está disponível on-line com acesso livre, na plataforma Calaméo, clicando aqui.

