A diretora executiva da revista Voto, Karim Miskulin, avalia 2015 como um ano difícil, mas que “poderia ter sido pior”. Para ela, seu veículo superou a crise econômica fazendo ajustes que não comprometeram o projeto e que foram suficientes para chegar a 2016 sem dívidas e sem redução do quadro de funcionários.
Entre as principais conquistas da publicação, Karim ressalta dois novos contratos de patrocínio anuais, a consolidação na rede social Twitter e a passagem da periodicidade da revista para bimestral. “Terminamos 2015 otimistas de que, frente às crises, sobrevivem aqueles que estabelecem a ética, a persistência e a ousadia como plataforma de trabalho”, avalia.
Nas metas de faturamento, a revista Voto não conseguiu atingir seus objetivos, segundo sua diretora-executiva. O veículo não registrou crescimento, mas se manteve estabilizado. No entanto, as expectativas para o próximo ano são otimistas, visto que a publicação fechou 2015 com maior número de contratos assinados, se comparado com 2014 e 2013.
Sobre as projeções da economia para o próximo ano, Karim revela que são péssimas. “Mas é justamente por este motivo que entendemos haver lacunas importantes de comunicação que podem ser oferecidas por quem entende as demandas de cada nicho do mercado”, afirma.

