Nesta terça-feira, 30, às 11h40, no SBT Rio Grande, vai ao ar a série de reportagens ‘(In)Visibilidade Trans’. A repórter Bruna Ostermann e sua equipe foram instigadas por conta dos dados que apontam que apenas 5% dos travestis e transexuais do País trabalham com carteira assinada e cerca de 90% já se viram obrigados a se prostituir para conseguir sobreviver.
Travestis e transexuais, que vivem ou já viveram essa realidade, contaram em depoimentos exclusivos para o SBT-RS por quais dificuldades passam. Para entregar um material aprofundado, as equipes envolvidas na série relataram de perto o dia e a noite destas pessoas que sofrem com a falta de oportunidades.
“Preparamos esse material para mostrar que o preconceito e a discriminação levam essa maioria trans a desistir da escola e sair de casa cedo. Queremos colocar para a sociedade que existe esse problema e analisar o que as autoridades podem fazer para alterar essa atual realidade”, relata Bruna. A vida na rua torna essa população alvo fácil da violência: a expectativa de vida é de 35 anos, segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais. O conteúdo teve a produção de Fernanda Ponciano e Diego Calovi, edição de Fernanda Galvão e imagens de Dagoberto Rocha.

