Os jornalistas que foram trabalhar na cobertura da Semana da Propaganda sentiram falta de uma assessoria de imprensa, uma necessidade que a organização tentou suprir com boa vontade, mas que foi insuficiente para evitar problemas e dificuldades gerados pela falha exatamente na área da comunicação.
Nos eventos de premiação, a dificuldade de entender as categorias e os prêmios a elas atribuídos era imensa, e anotar todos os nomes das dezenas de premiados, em diversas categorias, era impossível. Na segunda-feira, perto das 23h, o repórter de Zero Hora tentava desesperadamente copiar com uma caneta BIC o resultado daquela premiação. Ontem, no Jantar da Propaganda, uma lista foi distribuída com os nomes dos indicados, o que facilitou, mas os jornalistas foram surpreendidos com premiações que não estavam no roteiro. Ainda no jantar, nenhuma mesa foi disponibilizada aos profissionais, que tiveram que trabalhar em pé, encostados pelos cantos do salão.
O que aconteceu na noite de encerramento não chegou a surpreender, cosniderando-se que, ao longo da programação, nenhum material foi enviado aos veículos para divulgar o que acontecia no evento. O resultado foi uma fraca cobertura dos meios de comunicação, o que certamente ajuda a explicar por que houve uma insignificante freqüência de público à maioria dos eventos realizados durante a Semana da Propaganda.


*As discussões estão sujeitas à moderação. Antes de comentar, leia nossa Política Editorial