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Seminário A Imprensa Gaúcha acontece também neste sábado

Primerio dia foi na quinta-feira, com relatos de narradores e repórteres

Os narradores José Aldo Pinheiro, da Rádio Gaúcha, Haroldo de Souza, da Rádio Guaíba, e Gilberto Júnior, também da Guaíba, são os painelistas desta sexta-feira, 4, no Seminário “A Imprensa Gaúcha – Esportes”. Para o sábado, 5, já estão confirmados os nomes de João Garcia (Rádio Guaíba), Kenny Braga (Gaúcha), Luiz Carlos Reche (Guaíba) e Adroaldo Guerra Filho, da Rádio Gaúcha. O evento acontece daqui a pouco, das 19h às 21h30, e no sábado no Salão Nobre da entidade, na Avenida Borges de Medeiros, 915 – 8° andar, a partir das 9h. 

O seminário teve início na noite desta quinta-feira, 3, no Salão Nobre da Associação Riograndense de Imprensa (ARI). O presidente da entidade, Ercy Pereira Torma, apresentou os painelistas e iniciou o debate. Estiveram presentes os jornalistas Geraldo Andrade (Guaíba), Marco Antonio Pereira (Gaúcha), Nando Gross (Gaúcha), Ricardo Vidarte (SBT), Ribeiro Neto (Bandeirantes) e Carlos Simon (presidente do Sindicato dos Árbitros).

O narrador da Guaíba Geraldo Andrade iniciou sua explanação falando que os clubes de futebol atravessam problemas administrativos sérios e, por causa disso, hoje têm como uma de suas principais fontes de renda a auferida junto às emissoras de televisão brasileiras. Já o jornalista e árbitro de futebol Carlos Simon apresentou dados que mostraram ter a imprensa papel fundamental na vida das pessoas. Segundo pesquisa, a mídia ocupa o segundo lugar na vida das pessoas, ficando atrás apenas da família. 

Marco Antônio Pereira, da Rádio Gaúcha, também destacou o poder da mídia na opinião das pessoas e, por isso, sustentou ser de extrema importância a responsabilidade na profissão. Pereira também ressaltou que o futebol é um dos maiores negócios do planeta e que, sem dúvida, as emissoras estão por trás disso. “A televisão determina até o horário dos jogos e é quem manda no futebol brasileiro”. Nando Gross, da Rádio Gaúcha, também enfatizou que os clubes de futebol são dependentes das emissoras de televisão. Mas que o papel dos jornalistas, enquanto formadores de opinião, é gerar debates na sociedade sobre determinados assuntos, seguindo cada qual com sua ideologia. “Não temos força para determinar o que é certo e o que é errado. O que devemos fazer é traduzir o jogo e não opinar”, encerrou.

O jornalista Ricardo Vidarte, do SBT, falou sobre as dificuldades da profissão, e Ribeiro Neto, da Band, encerrou a primeira noite de debates se dizendo favorável ao uso de equipamentos eletrônicos para ajudar os árbitros durante as partidas de futebol. Ele também destacou a responsabilidade dos jornalistas na emissão das informações. “A informação dever ser sempre a nossa prioridade”, complementou.

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