Em nota divulgada no site do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, o presidente José Nunes pede que dentro das redações os profissionais se manifestem com 40 minutos de silêncio, nesta quinta-feira, 17. A data marca um ano da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) pela derrubada da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. ’Sei que é um desafio, mas seria importante marcar essa data com uma manifestação simbólica como essa’’, disse a Coletiva.net. Outro pedido é para que os profissionais usem preto, como manifesto de luto.
A data foi denominada como ‘Dia Nacional de Luta pela aprovação das Propostas de Emenda Constitucional’ (PECs). A capital do Rio de Janeiro sediará a principal manifestação da Campanha em Defesa do Diploma. Assim, nesta quinta-feira, 17, às 10h, diretores da Fenaj, de Sindicatos de Jornalistas e entidades apoiadoras do movimento realizam manifestação em frente à Associação Brasileira de Imprensa (ABI). A manifestação antecede a reunião agendada com diretores da entidade.
No Estado, Passo Fundo foi a cidade escolhida pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul para centralizar o ‘Ato Nacional pela volta do Diploma’, ação sugerida pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). Os acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade de Passo Fundo (UPF) e profissionais da região realizam mobilização às 10h, desta quinta-feira, 17, na Praça Marechal Floriano, em frente à Catedral da cidade. As atividades serão coordenadas pelo segundo vice-presidente do sindicato, Jorge Correa.
“Escolhemos Passo Fundo como uma maneira de valorizar os profissionais que atuam no interior do Estado”, explicou a Coletiva.net o presidente do Sindicato, José Nunes. Na visão dele, os jornalistas de municípios do Interior são os mais atingidos com a decisão, uma vez que a fiscalização sempre foi mais difícil em regiões fora da Capital.
Confira no site da Fenaj as manifestações programadas para os demais estados do país.
Leia também em Coletiva.net


*As discussões estão sujeitas à moderação. Antes de comentar, leia nossa Política Editorial