Dois foram os principais destaques de 2019 para a Critério – Resultado em Opinião Pública. Segundo a sócia-diretora, Soraia Hanna, os principais marcos do ano foram o reposicionamento e o aumento da carteira de clientes da empresa. “Foi um ano de solidificação e maturação”, comentou em entrevista ao Coletiva.net, mencionando que a empresa migrou de ‘Inteligência em Conteúdo’ para ‘Resultado em Opinião Pública’. Na carteira de clientes, Soraia lembrou que foram incorporados mais de 40 novos projetos em 2019, e a equipe também cresceu.
Para Cleber Benvegnú, também sócio-diretor da Critério, algumas premiações também merecem destaque. “Ganhamos dois prêmios que nos orgulham muito: o prêmio CAMP, pelo acompanhamento do mandato de Bento Gonçalves, e o prêmio ARP, na categoria de serviços especializados. Um nacional, outro estadual; um de comunicação pública, outro de comunicação corporativa. Estamos muito felizes”, afirmou.
Embora faltem poucos dias para o fim de 2019, Soraia é categórica ao afirmar que o ano ainda terminou. “Vamos até o final com todo o gás, atendendo aos nossos clientes e finalizando nosso planejamento para 2020”, garantiu, completando que a empresa está focada na ampliação da presença nacional nos últimos meses.
Sobre as metas de faturamento, Cleber relembrou que a Critério teve uma expansão consistente em 2018, conquista que elevou o nível de exigência da empresa. “Mesmo assim, conseguimos crescer bem sobre a base constituída. Tínhamos definido um percentual ambicioso de ampliação, e vamos fechar 2019 com mais de 20% acima do previsto. Avançamos em faturamento, número de clientes e segmentos de atuação”, certificou.
Soraia disse que a empresa está fechando as metas para o próximo ciclo, porém, já está satisfeita se seguir o crescimento sustentável dos anos anteriores. “Em 2020, teremos eleições, que é um mercado sazonal interessante. Também estamos dando passos mais firmes em outros estados, especialmente em São Paulo”, adiantou. No que se refere à economia, comentou que a Critério percebe uma perspectiva melhor para o ano que vem: “Nada que permita nadar de braçada, mas a confiança do setor produtivo é maior”.

