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Summus e Itaú Cultural lançam ‘Rumos (do) Jornalismo Cultural’

Obra traz reflexões sobre atividade no Brasil e no exterior

A Summus e o Itaú Cultural lançam o livro ‘Rumos (do) Jornalismo Cultural’. A obra traz reflexões de renomados jornalistas brasileiros e estrangeiros sobre essa atividade no Brasil e no exterior. Um guia para entender e compreender uma das áreas mais instigantes do jornalismo, o livro é resultado do programa de estímulo ‘Rumos Jornalismo Cultural’. Criado com o objetivo de ampliar o debate sobre o tema e descobrir novos talentos para a área, o programa reuniu profissionais renomados em seminários no biênio de 2004-2005. Custa R$ 98,00 e tem 232 páginas. 

Sob a organização de Felipe Lindoso, antropólogo, jornalista, editor, curador da área de literatura, ex-consultor da Cerlalc e autor do livro ‘O Brasil pode ser um país de leitores?’ (Summus Editorial), a obra reúne nomes como András Szantó, professor do Sotheby’s Institute of Art em Nova York; Ángeles García, editora de arte do jornal El País; Cremilda Medina, professora e coordenadora de comunicação social na Universidade de São Paulo (USP); Humberto Werneck, jornalista e escritor; Maria Hirszman, crítica de arte e colaboradora do Caderno 2 do jornal O Estado de S. Paulo; entre outros profissionais que desempenharam papel fundamental no projeto Rumos.

A primeira parte do livro, denominada ‘Reflexões’, traz artigos que traçam o panorama dos principais debates sobre as relações entre mídia e cultura. Profissionais apresentam seus conceitos em relação à cultura como material de informação. Já a parte ‘História’ registra os principais momentos da primeira edição do programa, entre 2004 e 2005: a divulgação das inscrições por meio de debates que ocorreram em vários estados brasileiros, tanto em universidades quanto em instituições culturais parceiras, a seleção dos contemplados, o seminário e o colóquio de jornalismo cultural promovidos pelo Itaú Cultural e o Laboratório Multimídia de Jornalismo Cultural, principal prêmio concedido aos quinze universitários contemplados. A terceira parte, ‘Nomes, endereços e leituras: agenda’, funciona como uma espécie de “ferramenta de trabalho”. Trata-se de um referencial para estudantes e profissionais de comunicação social e produção cultural. Apresenta livros, periódicos, sites, blogs e instituições culturais. Todas as seções incluem indicações nos âmbitos nacional e internacional, que o estudante ou jornalista em atividade não pode deixar de ter na sua agenda.

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