A banda larga como ferramenta para o aumento de produtividade no mundo dos negócios, tanto no meio empresarial como no varejo, estimula a economia. “A indústria instala dez pontos de banda larga por minuto no Brasil”, disse Luiz Falco, presidente da Oi, palestrante do Tá na Mesa desta quarta-feira, 26, na Federasul.
Para Falco, o Brasil se divide entre o mercado competitivo e o de universalização, que necessita de um plano de elaboração para suprir uma demanda em franco crescimento. “Nestas duas fatias, a Oi tem muito a contribuir, mas na universalização esta contribuição é ainda maior”, destacou. Para exemplificar, Falco citou o programa Banda Larga nas Escolas, feito pela Oi em parceria com o Governo Federal, que já beneficiou 50 milhões de crianças em todos os municípios brasileiros, desde 2008. Além disso, a operadora investe em tecnologia nacional e inovadora, utilizando uma plataforma de recargas totalmente desenvolvida pela PUC-RJ. “Este é o segundo sistema de recargas no país, o primeiro é alemão, mas a boa notícia é que a tecnologia brasileira é melhor”, sinalizou.
Uma das premissas da Oi é a integração de soluções de telecomunicação com tecnologias da informação para tornar o serviço público mais inteligente e eficaz. “Um exemplo é a segurança pública no Rio de Janeiro, que diminuiu de 25 para quatro minutos a espera entre o chamado e a chegada de uma viatura policial ao local solicitado”, informou.
De acordo com Falco, o Brasil tributa mais com telecomunicação do que outros bens e serviços da economia. “Estamos firmando parcerias com instituições brasileiras de pesquisa e desenvolvimento visando a promoção do setor de telecom”, sinalizou. No país, a Oi detém 96% da cobertura de banda larga, contra 2,8% da Telefônica, no estado de São Paulo. “Até o final do ano, a Oi pretende instalar 1,2 milhão de portas de banda larga no Brasil, alcançando cerca de cinco milhões de novos usuários”.



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