As organizações vão atuar cada vez mais no formato em rede, com ênfase na virtualidade e informacionismo. Há uma alteração de foco quanto a vínculo e estabilidade de trabalho, com forte terceirização e produção flexível, num processo de reinvenção. Aparece agora em alta escala a figura dos “disposable workers”, equivalente à relação trabalhista como fornecedor, numa nova configuração da disponibilidade e de exigência de capacitação. Estas foram as ideias defendidas pelo professor e consultor João José Curvello, ao desenvolver o curso “Caminhos para uma Nova Comunicação Interna” na sede da Aberje,
Para Curvello, há um mapa de competências na Sociedade da Informação, relativas a habilidades básicas, interpessoais, tecnológicas, cognitivas, de recursos, sistemas e de informação, que precisam ser dominadas pelos profissionais de quaisquer segmentos. Mais ainda no campo da Comunicação e do relacionamento, quando há um foco em torno de equipes de trabalho e suas interrelações. Neste cenário, os gestores apresentam grandes expectativas sobre comunicação interna, inclusive como fonte de atribuição de sentido à vida organizacional, buscando equilíbrio entre as necessidades da organização e de seus principais públicos.


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