O Relatório das Atividades da Diretoria Executiva da ARI (Associação Riograndense de Imprensa) espelha a dimensão do trabalho voluntário desenvolvido por seus dirigentes, buscando o relacionamento com as demais associações e entidades de classe, além de destacar-se como importante elo entre os diversos segmentos representativos da comunidade gaúcha. “A longa compilação de dados que fizemos neste documento objetiva preservar a história da ARI, colocando-a no contexto das demais instituições do Estado e, principalmente, situando sua atuação ao longo do tempo”, disse o presidente Ercy Torma, ao explicar por que o relatório desce a minúcias, como o número de entrevistas concedidas pelos diretores da entidade ou o número de correspondências expedidas e recebidas.
Cerca de três dezenas de associados compareceram à assembleia realizada no início da noite desta quinta-feira, 28, para aprovar o relatório relativo ao exercício de 2010. O documento destaca que o ano foi marcado pelas comemorações do 75º aniversário de fundação da ARI, com o desenvolvimento de uma série de eventos “tendo como ponto básico a relevância do papel exercido no contexto das entidades e instituições em atividade no Rio Grande do Sul”, como destacou Ercy.
O relatório registra que, em 2010, ocorreram 34 eventos em que o direito à liberdade de expressão foi ferido, sendo preocupante a quantidade de situações geradas a partir de decisões do Poder Judiciário. A Imprensa brasileira, no entanto, vem superando estas dificuldades para alcançar sua consolidação, a partir das garantias estabelecidas na Constituição de 1998.
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