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TSE e plataformas digitais assinam acordo

Ontem, 15, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu mais um passo na preparação para o processo eleitoral de 2022. O presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, e representantes das plataformas digitais Twitter, TikTok, Facebook, WhatsApp, Google, Instagram, YouTube e Kwai assinaram acordos que visam combater a disseminação de desinformação no pleito. 

Ao renovar a parceria com redes sociais que operam no Brasil, iniciada em 2020, a Justiça Eleitoral reforça a estratégia para combater a divulgação de notícias falsas, que podem comprometer a legitimidade e a integridade das eleições marcadas para os dias 2 de outubro (primeiro turno) e 30 de outubro (eventual segundo turno). Por meio do acordo, todas as plataformas se comprometem a priorizar informações oficiais como forma de suavizar o impacto nocivo das notícias falsas no processo eleitoral brasileiro.

De fora do acordo 

O Telegram não assinou os memorandos de entendimento junto ao TSE por não ter representante no Brasil. O tribunal tenta, desde o ano passado, contato com os responsáveis pelo aplicativo de mensagens, mas sem sucesso. Medidas judiciais mais incisivas, como um possível banimento do uso do Telegram no Brasil, além de medidas legislativas que tramitam no Congresso Nacional, buscam barrar o disparo em massa de mensagens falsas por aplicativos de troca de mensagens e nas redes sociais.

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*As discussões estão sujeitas à moderação. Antes de comentar, leia nossa Política Editorial

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