Para celebrar os 45 anos do programa Sala de Redação, a Rádio Gaúcha reuniu mais de 100 pessoas em evento realizado na noite desta segunda-feira, 11, no Gaúcha Sports Bar. Para marcar a data, foram lançados o livro e o documentário “Sala de Redação – Aos 45 do primeiro tempo”, escrito pelos comunicadores Cléber Grabauska e Júnior Maicá, criador de O Bairrista. Ao receber os convidados, o âncora da atração, Pedro Ernesto Denardin, abriu o evento brincando: “Vamos para os 45 do segundo tempo. Já avisei que daqui a 45 anos estaremos todos aqui, gordinhos e velhinhos, para comemorar os 45 do segundo tempo”.
Para o comunicador, a emoção de fazer parte deste momento é indescritível. “Estou há poucos anos no programa, mas é uma atração que atravessou décadas na mesma casa, horário, jardim. Para mim, é muita honra saber que farei parte da história da Rádio Gaúcha”, disse ao Coletiva.net.
Cláudio Brito, que integrou a primeira equipe de debatedores do programa, falou que Cândido Norberto, o criador do Sala, era um visionário. “Ele já sabia que seria assim, porque dizia que o Sala era visual. A TV Gaúcha roubou a imagem, e hoje, 45 anos depois, o programa é transmitido ao vivo pelo Facebook”, lembrou, em conversa com a reportagem do portal.
Das 17h30 às 19h30, o evento, fechado para convidados, contou com as presenças de lideranças do Grupo RBS, como a diretora de Redação, Marta Gleich; o diretor de Jornalismo do grupo, Cezar Freitas; o vice-presidente Editorial, Marcelo Rech; o gerente-executivo de Jornalismo da Rádio Gaúcha, Cyro Martins, e a diretora-geral de Rádios do grupo, Fabiana Marcon. Demais jornalistas da emissora e da RBS TV também participaram do encontro.
Às 19h30, o espaço foi aberto ao público, que compareceu em peso para comprar a obra, autografá-la e ver o Show do Sala de Redação, que foi transmitido ao vivo do bar. Ex-integrantes dividiram a mesa e os microfones com os comentaristas que integram a atração atualmente. Como já é de costume, os participantes se provocaram entre si, com comentários sobre futebol, aproveitando a informalidade que o programa permite e que se tornou sua maior marca.

