A Universidade Feevale teve um projeto aprovado em edital da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), iniciativa que busca fortalecer atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica em parques científicos, tecnológicos e incubadoras vinculados a instituições de ciência e tecnologia do estado. Coordenado pelo professor João Batista Mossmann, o projeto ‘Da pesquisa ao empreendimento deep tech: metodologia estruturada para conversão de pesquisa acadêmica em empreendimento inovador’ pretende ampliar a conexão entre a produção científica e a geração de novos negócios de base tecnológica.
Segundo Mossmann, a proposta tem como objetivo desenvolver e validar uma metodologia estruturada para transformar resultados de pesquisa acadêmica em empreendimentos inovadores de base científica (deep tech). “Isso contribuirá para a elevação da maturidade tecnológica de pesquisas desenvolvidas na Universidade Feevale e sua conexão com o ecossistema de inovação e o setor produtivo”, afirma.
Entre os principais resultados previstos está o desenvolvimento de uma plataforma digital de apoio à conversão de pesquisas em empreendimentos inovadores. A ferramenta reunirá métodos, instrumentos de avaliação, trilhas de maturidade tecnológica, recursos de inteligência artificial e mecanismos de acompanhamento de projetos, oferecendo suporte a pesquisadores, estudantes, gestores e ambientes de inovação durante todo o processo, desde a geração do conhecimento científico até a criação de startups de base tecnológica.
A iniciativa será conduzida a partir do ecossistema de inovação da Universidade Feevale, por meio da diretoria de Inovação e do Feevale Techpark. A intenção é fortalecer ações de transferência de tecnologia e empreendedorismo científico, além de gerar startups deep tech, caracterizadas pelo desenvolvimento de soluções baseadas em conhecimento científico e tecnológico de alta complexidade.
“A aprovação representa um importante reconhecimento da atuação da Universidade Feevale e do Feevale Techpark na consolidação de um ecossistema de inovação voltado à geração de conhecimento, transferência de tecnologia e criação de novos empreendimentos de base científica”, destaca o professor Mossmann.

