Cinco perguntas para Eveline Poncio

De repórter, jornalista gaúcha passou a apresentar o Bom Dia SC, na NSC, em Santa Catarina

Eveline Poncio

1 - Quem é você, de onde vem e o que faz?

Eveline Poncio, nasci em Iraí, no Rio Grande do Sul, tenho 31 anos. Cursei Jornalismo na Universidade Federal de Santa Maria, em Frederico Westphalen, e me formei em 2010. Iniciei a carreira ainda na cidade onde me graduei, atuando em um jornal impresso da cidade, até que, em 2011, tive minha primeira oportunidade na RBS TV como temporária. A chance ocorreu depois de muito tentar, de mandar muitos vídeos. Essa insistência deu certo e estou até hoje.

2 - Como e por que escolheu ser jornalista?

Sempre fui uma pessoa muito comunicativa, curiosa, que gostava de estar em grupo e com muita facilidade de me relacionar com as outras pessoas. Gostava de ler e escrever e, nos testes vocacionais na época do ensino médio, sempre apareciam os cursos voltados pra área da Comunicação. Então, optei pelo Jornalismo, que, desde o início da faculdade, tornou-se uma paixão. Aos poucos, fui descobrindo um gosto especial pela linguagem audiovisual, participei de projetos dentro da universidade voltados para TV e tive certeza de que esse seria meu caminho. A partir daí, comecei a batalhar por esse sonho e para entrar no mercado de trabalho, sempre tão fechado nessa área, principalmente para uma jovem saída do interior do Rio Grande do Sul.

Tive a sorte de encontrar grandes pessoas na minha trajetória, que ajudaram a construir a profissional que me tornei. Colegas repórteres, com mais experiência, e coordenadores de Jornalismo que acreditaram em mim, abriram caminhos sempre com muita generosidade.

3 - Como se deu a mudança do RS para SC para trabalhar na RBS TV?

Comecei na RBS no Rio Grande do Sul e a transferência de Cruz Alta para Chapecó, em Santa Catarina, foi uma aposta. Minha entrada na emissora foi em 2011, em Passo Fundo. Logo após, em 2012, fui contratada em Cruz Alta, onde atuei como repórter e editora e apresentadora do RBS Notícias local. Em 2014, fui transferida para Chapecó, e, um ano depois, assumi a apresentação do Jornal do Almoço local, função que exercia junto com a reportagem. Em 2017, fui convidada a ser repórter em Florianópolis, na sede da NSC TV.

Sempre vi o estado vizinho como um local muito promissor e queria experimentar esse mercado jornalístico aqui. Também tinha uma relação com Chapecó, pois tenho parentes que moram lá. Sempre gostei da cidade, além de ficar próximo ao local onde moram meus pais.

4 - O que significa na tua carreira estar na bancada do Bom Dia Santa Catarina?

Acredito que, hoje, estou no auge da minha carreira. Passei por muitas coisas dentro do Jornalismo, momentos e experiências que me prepararam para isso. Significa colher os frutos de toda a dedicação e responsabilidade com que sempre encarei minha profissão. Sinto-me madura profissionalmente e na vida pessoal para assumir o desafio que é estar à frente de um dos mais importantes telejornais da casa. O Bom Dia SC tem um público fiel e tem a responsabilidade de ser o primeiro telejornal do dia a chegar até a casa dos catarinenses. A equipe da atração é ótima, muito entrosada e isso me deixa tranquila para dar meu melhor.

5 - Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?

Ainda tenho muito a aprender, a vida é um constante aprendizado. Agora, quero continuar me desenvolvendo como jornalista, com a atuação mais voltada para a apresentação, para a bancada e me consolidar dessa forma. Voltei a fazer sessões com uma fonoaudióloga para melhorar a qualidade vocal e desenvoltura no estúdio. Mesmo dentro do Bom Dia SC não ficarei só como apresentadora, estamos criando quadros que proporcionem uma interação maior com a comunidade, aproveitando minha veia de repórter que não quero abandonar. Teremos muitos projetos pela frente, que chegarão ao público em breve.

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