
Acompanhando a Web Summit desde a primeira edição em solo português, em 2015, há cinco anos o comunicador e empresário Henrique Raizler pode participar da conferência como “nativo”, pois este é o tempo em que estabeleceu moradia em Lisboa, Portugal, onde acontece o evento. Ao argumentar que o mundo está em constante movimento e que tudo mudou muito desde que tivemos uma pandemia e temos uma guerra acontecendo, ele garante: “O próprio negócio da inovação e da tecnologia em si podem mudar o mundo, podem mudar a guerra”.
Em conversa exclusiva com a equipe de Coletiva.net, na opinião do CEO da Portugal House, empresa focada em investimentos no país sede da Web Summit, nunca se teve um ambiente propício à inovação como o atual, com investimentos na área e gente jovem encabeçando esse processo de reinvenção. E argumenta: “Nada será mais importante do que mudar a realidade das pessoas”. Conforme Raizler, por meio do digital, é possível agregar e fazer as pessoas interagirem muito nesse processo. Inovação é educação, pois é a tecnologia que permite dar esse salto de consistência, de empreendedorismo, geração de imposto e de renda.
Fã declarado do local onde escolheu para viver, o jornalista gaúcho defende que Lisboa está fazendo tudo isso. Por isso, para ele, é uma grande honra viver esse momento de Portugal. “Desde o início da Web Summit, quando o governo bancou um milhão e meio de euros na primeira edição, muitas pessoas criticaram. Mas o que representa isso hoje? Se do último ano pra cá, oito unicórnios se estabeleceram aqui em Lisboa”, provoca. Ele salienta ainda que tudo isso é não só geração de renda e de emprego, mas de “um ecossistema espetacular”.
Com o apoio do canal Markket e da agência Euro, as jornalistas Cleidi Pereira e Márcia Christofoli, ao lado do social media Felipe Ramires, trabalham em uma cobertura especial da Web Summit. Realizado em Lisboa, Portugal, o evento de Inovação e Tecnologia, que neste ano recebe mais de 250 palestrantes e 70 mil participantes, acontece de 1° a 4 de novembro.

