Cinco Perguntas

Cinco perguntas para Rafael Schuch Barcellos

Key Account da Brivia acredita que “a transformação é um processo perene que se desdobra ao longo do tempo”

1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?

Eu sou o Rafa. Independente da posição que ocupei, lecionando em pós-MBA, como COO, como KAD, sou o Rafa. Humildade é valor fundamental para eu trabalhar com pessoas e estabelecer a energia coletiva que transforma. Sou gaúcho, nascido em Porto Alegre, já morei alguns anos em São Paulo. Hoje pago IPTU em POA, mas estou onde meus clientes estiverem.  

2- Por que decidiu atuar com gestão estratégica e inteligência competitiva?

Há muitos anos, fui trainee em uma grande incorporadora imobiliária e fiz job rotation (rotação de trabalho, em português) em diversas áreas. De todas as que passei, a de inteligência foi a que me apaixonou. Inteligência significa compreender contextos: econômicos, de mercado, de competidores, de desejos e necessidades de clientes e, no final do dia, isso é entender sobre comportamento humano. A gestão veio mais tarde na carreira, mas surfa na mesma perspectiva de trabalhar com pessoas, buscando conciliar as necessidades de negócios (visão interna) com as expectativas externas à empresa. A estratégia nasce na conciliação destes dois olhares.   

3- Ao assumir como key account na Brivia, você afirmou que objetivo era colocar as competências centrais a trabalharem pela transformação digital dos negócios. Como você tem atuado para isso?

O começo é trabalhar com a conscientização de que a transformação digital (TD) não se faz da noite para o dia e não se faz sozinho. Não é responsabilidade só de TI e nem se faz em uma tacada. Se as tecnologias evoluem na velocidade que evoluem, a transformação é um processo perene que se desdobra ao longo do tempo, acompanhando as mudanças observadas em termos tecnológicos e, também, comportamentais. Por isso, é importante entender que, antes de mais nada, TD é um mindset e que organizações podem ter diferentes níveis de maturidade, representada pela maneira como as pessoas, processos e ferramentas daquela organização estão estruturadas. 

4- Você afirma que a sua maior experiência é o modelo de atuação baseado na centralidade do cliente. Como seria esta forma de agir?

Colocar o cliente no centro é quase um mantra para nós. A melhor maneira de ter o foco no cliente é por meio da geração de valor. É um conceito muito próximo do Golden Circle (Círculo de Ouro), do Simon Sinek, que pretende explicar uma estratégia, uma ação ou uma ideia através do Why, How e What, ou seja, o que você faz, como você faz e por que você faz. Estas perguntas, ainda que soem básicas, não são simples de responder. Ter o cliente no centro significa ajudá-lo constantemente a respondê-las e a operacionalizar as suas respostas, gerando valor com ele. 

5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?

Puxa, cinco anos parece, por um lado, a uma vida de distância, ao passo que também parece ser amanhã. Recém-chegado na Brivia, meu plano é seguir trabalhando para que a minha Tribo tenha cada vez mais robustez, para que meus clientes estejam cada vez mais satisfeitos em suas necessidades e que meu time esteja realizado na aplicação de seus talentos e competências. Neste momento, o foco é trabalhar para entregar sentido e resultado. O que os cenários emergentes reservam para mim e para nós, ainda não temos certeza, mas que estaremos prontos, estaremos. Tudo pelo nosso mindset de constante transformação.

Compartilhar:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Relacionados

CADASTRE-SE
Captcha obrigatório
Seu e-mail foi cadastrado com sucesso!

Aviso: se você optou por parar de receber nossos e-mails e deseja voltar à nossa lista, ou está com dificuldades para se cadastrar, entre em contato com a Redação pelo formulário Fale Conosco e informe seu nome e o e-mail que deseja incluir.