O Brasil gasta cerca de US$ 700 mil com acidentes químicos, ocupando a segunda posição no ranking mundial,logo após a Índia. A perda de vidas humanas, sem contar os prejuízos ambientais ainda não dimensionados, chega a uma média de 62,1 mortes por ano. Os dados foram apresentados hoje no 3º Seminário Sobre Acidentes Químicos Atuação da Mídia, pelo presidente da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), jornalista Erci Torma, que enfatizou que esse quadro pode mudar a partir da educação e preparação de pessoal especializado em todas as pontas, “em especial na mídia. Por isso estamos investindo junto aos nossos colegas jornalistas, sempre com apoio das partes envolvidas, como se pode ver nesse evento”, disse Erci. Ele destacou que a divulgação de forma transparente sobre a ocorrência de acidentes químicos, de forma que a imprensa possa bem informar à sociedade, é uma das maneiras mais adequadas para se possibilitar o atendimento às comunidades envolvidas.

