A A27 e a Bongô iniciam uma nova fase a partir da fusão das agências. Com a fusão, quatro sócios passam a liderar a A27 de forma integrada. São eles: Antônio Brocker Junqueira, diretor Criativo; Emanuel de Aquino, diretor de Descobertas; Rafael Mies, diretor de Novos Negócios; e Lucas Pares, diretor de Operações. A iniciativa visa ampliar a estrutura, duplicar o faturamento e a capacidade de unir criatividade, estratégia e negócio em uma mesma visão.
De acordo com o diretor Criativo e fundador da A27, Antônio Brocker Junqueira, apesar de manter o nome A27 a operação inaugura uma nova fase da companhia. “Temos perspectiva de dobrarmos faturamento e nos consolidarmos como uma agência de publicidade improvável, brasileira e independente. Mais do que crescer em estrutura, queremos crescer em visão, repertório e capacidade de transformar”, analisa.
Segundo ele, o conceito de improvável está relacionado à inquietação, ao pensamento crítico e comprometimento com a criação de soluções únicas, relevantes e difíceis de copiar. “É dessa convergência que emerge uma fase improvável da A27, que reúne o que raramente se encontra no mesmo lugar: alta criatividade e disciplina, pensamento e execução, cultura e negócio, inquietação e maturidade”, detalha.
Para Rafael Mies, fundador da Bongô e agora diretor de Novos Negócios na A27, mais do que a união entre as duas operações, este movimento representa o fortalecimento da própria empresa. “A fusão entre A27 e Bongô não nasce apenas do desejo de crescer, mas da percepção de que o futuro da publicidade exige integrações mais inteligentes entre criação, descoberta, negócio e operação”, ressalta.
O diretor de Operações, Lucas Pares, também comenta que o sucesso exige menos vaidade e mais construção. “Menos discurso e mais capacidade de fazer com profundidade, repertório e resultado”, reforça.
Essa nova fase também reforça a A27 como um ecossistema em expansão, que reúne o Instituto PIRA27, movido pelo impacto da arte e da cultura, a ENTER27, construída em união com pesquisadoras e professoras da UFRGS. Além de novas iniciativas que aproximam inteligência artificial e inteligência humana de forma natural, crítica e aplicada. “Arte e pesquisa são propulsoras, cada uma à sua maneira, da criatividade que impulsiona os negócios”, finaliza o diretor Criativo, Emanuel de Aquino.


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