Após meses de idas, vindas e polêmicas, o Twitter foi adquirido pelo bilionário Elon Musk na última semana. Como novo proprietário, o empresário já começou a encabeçar mudanças e assinou as demissões dos principais executivos da empresa: Parag Agrawal, presidente-executivo; Ned Segal, chefe-financeiro; e Vijaya Gadde, chefe do Departamento Jurídico, de Políticas e Confiabilidade. O dono da Tesla justificou os desligamentos ao acusar o trio de mentir para ele e outros investidores a respeito da quantidade de contas falsas na rede social.
Apoiado por Jack Dorsey, fundador do Twitter, Musk pretende fechar o capital da companhia, e alterar as diretrizes sobre as postagens dos usuários na rede. Além disso, o bilionário decidiu tornar a verificação um recurso pago, incluso no Twitter Blue. Com isso, a assinatura opcional passará de US$ 4,99 para US$ 19,99 e, além dos benefícios adicionais já conhecidos, também permitirá a manutenção do selo azul. Vale ressaltar que os usuários que já possuem suas contas validadas terão até 90 dias para aderir ao plano, ou perderão a identificação.
O que vem por aí
Com as demissões, Musk ainda não comunicou quem administrará a direção da empresa. No entanto, o bilionário reafirmou que quer derrotar os bots de spam na plataforma, assim como tornar público os algoritmos que determinam como o conteúdo é apresentado ao usuário, além de impedir que o Twitter se torne uma câmara de eco para ódio e divisão.

