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Fernanda Lima deixa a Globo após 17 anos

Contrato da gaúcha com a emissora não será renovado para 2023

Após uma história de 17 anos com a Rede Globo, a apresentadora gaúcha Fernanda Lima deixará a emissora. O contrato entre as partes, que se encerra em janeiro de 2023, não será renovado. Com o marido Rodrigo Hilbert, ela estava à frente do programa ‘Bem Juntinhos’, do GNT, canal por assinatura pertencente ao conglomerado midiático. 

“Não sei o que será do futuro, quero deixá-lo um pouco livre”, disse em entrevista, durante a premiação TikTok Awards, na noite da última quarta-feira, 14, sobre os rumos profissionais. No perfil do Instagram, ela postou uma mensagem de despedida. “Resolvemos abrir a relação. O amor continua, agora com outros arranjos. Sim, meu contrato com a Globo chegou ao fim e é hora de outros voos”, escreveu. Agora, a comunicadora pensa em aproveitar o tempo adicional para se dedicar aos estudos, de acordo com entrevista que concedeu ao Portal IG.

A trajetória pela emissora começou em 2005, quando foi contratada para substituir Angélica na apresentação do quadro ‘Vídeo Game’, do extinto programa ‘Vídeo Show’, após a titular sair em licença-maternidade. No mesmo ano, foi a protagonista da novela ‘Bang Bang’, e mais tarde atuou em ‘Pé na Jaca’. Ela ainda comandou o quadro ‘Daqui para Frente’, da revista eletrônica ‘Fantástico’, e o especial ‘Por Toda a Minha Vida’.

Em 2009, estreou o projeto mais duradouro na Globo, o ‘Amor & Sexo’, que semanalmente abordava temas sexuais e de relacionamento. O programa foi encerrado no fim de 2018. Durante o período, a comunicadora ainda conciliou o trabalho com a apresentação de outras atrações: ‘SuperStar’, em 2014 e ‘Popstar’, em 2017. Três anos depois, no GNT, comandou o ‘Caminho Zen’, que falava sobre meditação, ao lado da Monja Coen. Em 2021, com o marido Rodrigo, conduziu o ‘Bem Juntinhos’, que aborda assuntos como gastronomia, rotina doméstica e relacionamento.

A decisão faz parte de um movimento interno da Globo para diminuir o número de funcionários com altos salários no  quadro fixo. Desde então, o grupo dá preferência a contratos que vigorem apenas pelo período de execução de obras ou produções específicas. O objetivo é cortar gastos. 

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