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Para Carlos Guimarães, Jornalismo Esportivo identificado é um “fenômeno do pertencimento”

A cada dia que passa, mais jornalistas esportivos revelam os times que torcem e encontram na internet um novo nicho comercial. Para falar sobre esse movimento, a diretora de Coletiva.net, Márcia Christofoli, convidou o sócio e cofundador da Cuentos y Circo, Fernando Puhlmann, para entrevistar o jornalista e professor Carlos Guimarães. Em novo episódio do ‘Fala, Mercado!’, de Coletiva.tv, ele opinou que as mudanças fazem parte de um “fenômeno do pertencimento”.

“Acho que esse pessoal admitiu o time, pois encontraram uma fatia de mercado que entenderam que estava se abrindo”, complementou. Ambos concordaram que, entre os comunicadores que se identificaram, Fabiano Baldasso é o pioneiro. “Ele foi um rompimento, a partir dali muitas pessoas o seguiram”, disse o professor. Ainda de acordo com ele, o pertencimento faz com que o público siga os jornalistas identificados, pois veem que eles “são iguais à gente. Um dos nossos”. 

Apesar disso, a nova geração de comunicadores que revelou o clube para qual torcem tem diferenças em relação a jornalistas mais antigos, como Adroaldo Guerra Filho, o Guerrinha, e Paulo Sant’Ana. Segundo a avaliação de Guimarães, os atuais não trazem a mesma credibilidade que os outros, mas que isso, também, não é um objetivo. “O fenômeno do jornalista identificado de internet assenta sobre o engajamento e a condição de despertar, ao mesmo tempo, amor e ódio. Ele precisa conviver com isso”, afirmou. Ao concordar com a ideia, Puhlmann ressaltou que o “hater é um mal necessário” nesse cenário.

Confira o episódio:

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