Em parceria com o Grupo Imobi, a prefeitura de Porto Alegre, por meio do Conselho Municipal de Patrimônio Histórico Cultural, iniciou nesta semana uma iniciativa inovadora para valorizar o patrimônio histórico e cultural da cidade. Por meio de placas estilizadas instaladas nas primeiras vias da Capital, o projeto ‘Ruas que não andei’ visa conectar a população aos caminhos tradicionais do Centro Histórico, revelando suas transformações ao longo dos anos.
Na cor marrom, as sinalizações estão acompanhadas por um QR Code que, quando escaneado, redireciona os cidadãos à conta oficial do projeto no Instagram (@ruasquenaoandei). Lá é possível encontrar informações sobre os nomes das ruas, tanto os antigos quanto os atuais, bem como suas respectivas atualizações.
Para o secretário municipal de Cultura e Economia Criativa, Henry Ventura, o projeto se soma às ações já desenvolvidas pela pasta voltadas à Educação, ao patrimônio histórico e à memória da cidade. “Estamos resgatando os nomes de ruas icônicas de Porto Alegre que marcam a nossa história e que agora se reencontram nos nomes atuais. Esta sétima semana do patrimônio valoriza o nosso passado, estimula a preservação do patrimônio histórico da capital gaúcha”, salienta.
Linha do tempo
Para além de uma exposição histórica, a iniciativa visa traçar uma linha do tempo, ilustrando a evolução das ruas desde seus primórdios. Dessa forma, busca-se enriquecer o imaginário da população e resgatar parte da identidade da cidade que, muitas vezes, permanece oculta aos olhos do público.
Daniel Costa, diretor do Grupo Imobi, expressa entusiasmo com a iniciativa. “É o tipo de projeto que nos move, que nos une e que estamos sempre ansiosos para participar. Amamos nossa cidade e trabalhamos em prol de sua valorização, fortalecendo a conexão entre a população e seu patrimônio cultural”, defende.

