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A satisfação de consumir e compartilhar conhecimento

Por Grazi Araujo

Desde o início da pandemia, pipocaram lives de diferentes assuntos, em perfis pessoais, profissionais, institucionais. Virou um ponto de encontro para muita gente, um programa com duração máxima para acabar (no caso do Instagram), de fácil acesso e hora marcada. Ah, e gratuito! Com o passar dos meses, o quórum daqueles que assistiam ao vivo foi, aos poucos, diminuindo. Pensei, por vezes, que o interesse estava acabando, que a proposta estava se banalizando e que seria questão de tempo o fim das transmissões. Por outro lado, o número de visualizações no IGTV do bate-papo disponibilizado neste canal mais do que duplicou. Por quê? As pessoas voltam para o perfil porque gostam do conteúdo compartilhado! Isso é compensador!

Se tornar fonte geradora de conteúdo, seja qual for o público-alvo, é viciante, eu ousaria afirmar. Semanalmente, como já comentei aqui em outros textos, sou uma das responsáveis por produzir uma live voltada para empreendedorismo, gestão e varejo. O começo despretensioso deu lugar a uma dedicação coletiva de superação a cada nova edição. Esse lance de escolher o que queremos consumir de informação é um movimento crescente e um caminho sem volta. Tá aí todo esse universo de possibilidades ao alcance dos nossos dedos. 

Ao pensar no que escreveria hoje, fui incentivada pela alegria de participar da transformação de uma marca que, além do que já tinha como proposta para seus clientes, fez da pandemia uma oportunidade de aproximação e conexão com outras pessoas com interesses semelhantes. Talvez esse público não teria se tornado tão próximo sem a oportunidade gerada com o conteúdo semanal. Ao completar mais de 600 visualizações em uma semana num bate-papo com dois empreendedores gaúchos – que na ocasião tive a oportunidade de fazer a mediação – vi que o desafio é mais do que sério. Estamos nos tornando (mais) referência nos temas que citei acima e isso é confirmado a cada nova edição. Muitas palestras que já foram realizadas antes da pandemia além de trazer um custo bem significativo (palestrante/transporte/hospedagem/aluguel de sala/coffee/staff, etc), muitas vezes não conseguia reunir tanta gente em um único lugar. Alguns por distância, outros por conflito de agenda e por aí vai. As lives e esse montão de conteúdo de qualidade disponibilizado nas plataformas digitais são novas formas de estarmos juntos, consumindo e compartilhando conhecimento, escutando bons exemplos e dedicando o tempo livre (seja a hora e o local que for) para evoluir. Ousar começar pode ser a oportunidade de encontrar novos horizontes.

Autor

ond@web

Repórter especial

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