OPINIÃO
Você abriu sua loja, fez o planejamento, contratou funcionários e está pronto para fazer uma gestão eficiente. Tem tudo para dar certo. Mas aí, do outro lado da rua, é inaugurada uma loja no mesmo segmento da sua. “Normal”, você pensa, todo mercado tem seus concorrentes, e você tem toda a razão.
O problema é que, se você vende por 10 reais, o rival vende por 8 reais. Aí, você abaixa para 7 reais e ele muda para 5 reais assim que descobre. Neste exato momento, você está com a caneta na mão (ou a seta no mouse) para colocar 4,90 reais…
Essa dinâmica infeliz e usada em todos os segmentos e praticada em abundância, faz com que o consumidor cada vez mais desconfie do seu “marcap”, pois não existe uma política de preços.
Acontece que, no calor da “batalha”, você acabou esquecendo sua margem de lucro. Por mais que seu concorrente continue baixando, você precisa tomar uma decisão: ou continua baixando o preço do mesmo produto ou para de guerrear. E fica difícil entender como o concorrente vende tão barato e ainda consegue manter a loja aberta.
Essa situação não é rara, ainda mais se você a levar para o mundo virtual, onde o número de concorrentes é ainda maior. Monitorar os rivais causa ansiedade e preocupação constantes, além de dar um trabalhão danado. Imagina seu consumidor que também o monitora, como ele enxerga essa briga.
O empreendedor precisa ter calma na hora de decidir qual é o preço do seu produto. Existem vários jeitos de combater a concorrência, além de baixar o preço. Às vezes, vender muito significa vender errado!
Você já deve ter se perguntado isso quando viu seu concorrente baixando preços sem parar. E essa pergunta tem várias respostas.
A primeira é a habilidade dele como empreendedor. Se o seu concorrente for muito bom, talvez ele tenha conseguido encontrar maneiras de baratear o custo do produto e ter uma boa margem de lucro, mesmo vendendo mais barato. E isso pode acontecer porque ele encontrou algum fornecedor que vende por preço menor ou por ter comprado um volume maior (ou muito mais coisas) do mesmo fornecedor.
A outra possibilidade é ele estar realmente sacrificando o lucro. Aí, das duas, uma: ele pode estar investindo em uma estratégia agressiva para ganhar mercado ou pode ser alguém que simplesmente quer sempre ganhar no preço sem pensar nas consequências (um erro de amador, aliás). Aí, você pode ficar com a impressão de que a conta não fecha porque ela não fecha mesmo – ele simplesmente não está fazendo o cálculo, ou faça sem lhe dar nota.
Pode ser que o concorrente não esteja considerando como despesas da loja virtual a eletricidade e a conexão com a internet ou a folha de pagamento e, por isso, ele acha que o preço de venda está pagando as despesas.
Neste caso, a recomendação dos consultores do Impulso é: Dê corda para ele se enforcar. Uma hora esse cara vai quebrar. E, se você não tomar cuidado e ficar baixando seus preços para acompanhar, você vai junto.
Agora que você já sabe que simplesmente baixar o preço a torto e a direito nunca é a melhor opção, confira algumas táticas eficientes e menos arriscadas para encarar a concorrência.
Antes de alterar o preço de qualquer item, você precisa entender quanto ele te oferece de lucro. O fundamental, aqui, é colocar todos os custos na ponta do lápis.
Talvez você ache que o seu preço está te dando lucro quando, na verdade, você está perdendo dinheiro. Por isso é fundamental colocar na ponta do lápis todos os gastos sobre o produto e descobrir qual é a margem de contribuição de cada item vendido. Só assim você consegue mexer nos seus preços com segurança. Não se esqueça de que a Curva ABC é um método prático para definir quais são os produtos estratégicos e pode ajudar nesse processo.
Quer saber como calcular a margem dos produtos? Antes de observar a concorrência para tomar decisões, você precisa saber qual é o seu preço mínimo para ter margem.
Imagine que você tem uma loja de carros. Talvez você tenha um preço imbatível em um modelo, por exemplo. Mas será que isso resolve os problemas do cliente? Por essa razão, é importante pensar no mix de produtos. Na sua loja de carros, se você conseguir bons preços nos sons, capas de couro, sensor de ré, etc., isso pode ser o argumento final para o cliente parar de pesquisar e comprar tudo na sua loja (começando pelo carro).
Se o concorrente está cobrando menos porque compra mais barato, então você precisa melhorar sua relação com seu fornecedor. Procurar outros fornecedores e saber negociar valores com eles é uma habilidade essencial para qualquer empreendedor. . Sendo criativo, você pode conseguir preços melhores não só na compra da mercadoria, mas na hora de conseguir um frete mais barato e embalagem adequada.
É preciso ter em mente que fazer uso de todas as ferramentas que você possui para negociar melhor é uma consequência de ter mais preço e mais giro de estoque. Um item muito importante é ter atendimento, com muito treinamento e dar a ele conhecimento do que ele precisa para entender o seu negócio.
Como você pode fazer isso com seu concorrente? Primeiro estude bem as características dele para discriminar na sua matriz. Encontre os pontos fracos dele e busque reforçar essas características na sua própria empresa. Uma ameaça pode ser o que faltava para desencadear melhorias, já que vai fazer você correr atrás para melhorar sua performance e rentabilidade.
Há momentos em que reduzir o preço também significa diminuir a qualidade do que você vende. Aí é necessário considerar se vale a pena entrar nessa briga. Afinal, faz sentido cobrar mais por um produto que tenha uma qualidade maior. Mesmo que existam produtos semelhantes ao seu com valor inferior, os produtos mais duráveis, bonitos e eficientes também vão ter seu público. É importante lembrar que você pode adicionar serviços à venda do seu produto ? consultoria ou instalação, por exemplo: para garantir que esse seu preço mais alto envolva uma experiência melhor para o cliente.
É natural, quando outra loja abaixa o preço, a tendência de diminuir também, mas é importante saber quando é possível fazer promoções ou não. Na internet, é muito mais fácil pesquisar por preço, então, você precisa ficar esperto para usar promoções nos momentos em que fizerem sentido. Não adianta se desesperar para diminuir o preço junto com o concorrente, que uma boa é esperar o estoque do concorrente acabar e, aí sim, organizar e divulgar uma grande promoção, para não perder dinheiro.
GOVERNO
Depois de muitas impugnações, erros e acertos de todos, a licitação das agências de publicidade que atenderão o Governo do Estado do Rio Grande Do Sul, foi para alegria de todos, finalmente assinada em solenidade no dia 15 desse mês.
As agências são: Moove, Centro, Matriz, Dez, Global e SPR. Destaque para a Moove que pela primeira vez atenderá às contas de Governo e para a SPR que é a primeira agência fora do eixo de Porto Alegre, é de Novo Hamburgo, fato inédito na história da comunicação.
Parabéns a todos, e agora ao trabalho.
GAV
O “Propaganda Gaúcha, e agora?” vem com mais convidados nesse mês de agosto. O papo vai ser no próximo dia 22, às 18h na sede da ADVB, com Gerson Luis da Silva, gerente de Marketing da Unimed e Andrea Schuur, gerente de Marketing da Santa Casa. Informações: [email protected]. As vagas são limitadas.
MOBILIÁRIO URBANO
- Só existe uma única forma de acabar com a celeuma da Prefeitura de Porto Alegre com as Empresas Exibidoras de Mídia exterior: ter uma comissão formada por arquitetos urbanistas, ambientalistas, publicitários (entidades), membro da Associação Comercial de Porto Alegre e cidadãos. Essa decisão do conjunto de todas as necessidades que a cidade precisa e necessita tem que ser pensada e viabilizada por todos. Porto Alegre precisa ter contrapartidas para melhorar a imagem de cidade e que todos fiquem orgulhosos e satisfeitos, nada pode ser feito aos atropelos sem critérios e tendo como finalidade a contrapartida da grana, sem saber para onde vai a mesma.
Os órgãos da Prefeitura, Smic e Smam, estão ausentes de várias situações, preocupando-se mais em autuar do que querer o melhor para a nossa Capital.
Essa necessidade relevante e importante de Porto Alegre também gera um jogo de forças entre o Legislativo (vereadores) e o Executivo (Prefeito), cada um puxando a corda para um lado.
Quem vive a cidade, merece melhor sorte!
- As bancas de revista e as bancas de chaveiro muitas vezes são alvo de reclamações. Porém, essas reclamações se dão especialmente porque as pessoas não conhecem ou não lembram o contexto relacionado a esses equipamentos de comércio ambulante. As bancas de revista e as bancas de chaveiro eram equipamentos horrorosos, que estavam mal instalados nas calçadas de Porto Alegre, construídos sem qualquer padrão, na maioria das vezes com sobras de materiais e viviam pichados e sujos. A partir da alteração da lei do comércio ambulante de Porto Alegre, que passou a permitir publicidade nesses stands, houve uma transformação da paisagem urbana de Porto Alegre. As bancas passaram a ter padrão definido em conjunto com o Poder Público, ganharam uma moderna estrutura metálica, são mantidas limpas e pintadas, garantindo à cidade equipamentos de padrão internacional. As bancas nesse novo formato são o vislumbre da nova Porto Alegre que precisa nascer. E mais, apesar do meio impresso de notícias – jornais e revistas – terem tido queda nas vendas e de meios tecnológicos terem substituído em parte a utilização de chaves (essas, por exemplo, existem de mais em raios muito perto uma das outras), a verdade é que a população ainda precisa muito desses itens e aprecia a existência das bancas de revistas e de chaveiro nas ruas de Porto Alegre. Ha de se considerar também, que as condições dos usuários e detentores desses equipamentos, tem uma vida mais confortável e seus rendimentos aumentaram em muito, criando uma situação financeira mais digna. O mais importante nesses equipamentos é que ele mostra que os players do mercado de mídia exterior do mercado gaúcho são muito bons e devem ser prestigiados sim, pelo poder executivo da cidade.
LIÇÃO
Os Jogos Olímpicos Rio 2016 nos surpreenderam positivamente desde a inesquecível e emocionante Cerimônia de Abertura. São cenas que se eternizam na galeria dos momentos históricos e que nos enchem de inspiração para buscarmos sempre mais. E, ainda, para sempre acreditarmos nos nossos grandiosos sonhos, por mais distantes, difíceis e inatingíveis que eles possam parecer.
E, como sempre, os Jogos formam o cenário mais do que perfeito para extrairmos lições de superação para as nossas carreiras e para as nossas vidas.
Como é que podemos nos esquecer da corredora etíope Etenesh Diro que, mesmo depois de ter perdido o seu tênis durante a prova de 3 mil metros com obstáculos, decidiu seguir adiante descalça?
E os momentos de tensão e apreensão dos ginastas Diego Hypólito e Arthur Nory antes do anúncio da classificação, que nos brindaram com uma inédita dobradinha de prata e bronze na super competitiva prova individual!
No mundo corporativo cada vez mais competitivo, só se tornam verdadeiros campeões os profissionais que investem em suas grandes competências, dons e talentos, além dos que têm o foco, a garra, a resiliência, a disciplina e a persistência das grandes lendas, como Usain Bolt.
E21
A e21 é a responsável pela campanha nacional do Comitê de Agências da ABMR&A (Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio), que propõe que anunciantes do agronegócio trabalhem com agências especialistas.
A campanha, que estreou no início de agosto, é composta por três anúncios de página dupla e um vídeo de 30 segundos e tem como objetivo destacar a expertise no agronegócio das agências associadas da entidade.
SBT
Uma rede de televisão que conseguiu preservar sua essência popular e a linguagem familiar, ao mesmo tempo que acompanha a evolução dos meios de comunicação e de consumo de conteúdo. É essa imagem que profissionais de agências de publicidade têm da emissora que celebra três décadas e meia de existência nesta semana.
Superada a fase de instabilidade da grade, que marcou o SBT no final dos anos 1990 e início da década de 2000, o mercado vê a emissora como um veículo estruturado, de gestão profissionalizada e eficaz para a transmissão de mensagens para boa parte da população brasileira. “Tenho a recordação de que, desde 1981, a emissora possui essa conexão com a família. Essa é uma das características do próprio Silvio Santos que acabaram tornando a empresa uma das principais e mais competentes TVs do Brasil”, analisa Paulo Gregoraci, vice-chairman e COO da WMcCann.
Para os profissionais do mercado, essa postura familiar e o fato de ter construído uma programação alternativa à Rede Globo — sem pretensões de competir de igual para igual pela liderança — acabaram sendo trunfos importantes para a emissora. “O SBT se dispôs a proporcionar diversão à família. A emissora tem alguns hits em sua programação, que atingem crianças e adultos e acredito que tenha sido uma opção honesta não brigar para ser uma TV que produz conteúdos caríssimos”, opina Adrian Ferguson, vice-presidente de mídia da DM9DDB.
Na opinião de Flávio de Pauw, diretor-geral de mídia da Ogilvy, a programação infantojuvenil e o investimento em atrações populares colaboraram para que a emissora completasse 35 anos respeitada entre público e mercado. “É inquestionável o sucesso da programação infantil, que alcança resultados significativos de audiência. Outro ponto forte são os programas direcionados para as classes mais populares, pois conseguem grande fidelidade de parcela significativa da população”, acredita o executivo da Ogilvy. Andrea Hirata, vice-presidente de mídia da Leo Burnett Tailor Made, concorda: “a emissora tem uma programação que agrada a família brasileira, mas principalmente a de renda média, que representa o maior percentual da população, além de ser uma das poucas emissoras abertas que preservam conteúdo voltado ao público infantil”.
A estabilidade da grade de programação e a aproximação com o mercado publicitário estão entre os fatores que, na opinião desses profissionais, explicam o salto de qualidade nos últimos anos. “Enxergo o SBT muito mais maduro em termos de gestão de qualidade e conteúdo. A emissora não tem mais aquela “Silviodependência”, pois conseguiu formar uma equipe de liderança profissional, com objetivos claros. O mercado sempre teve um grande apreço pelo SBT e, hoje, isso vem acompanhado de uma visão muito positiva”, diz Adrian. “O SBT construiu uma identidade definida. A fase da instabilidade ficou no passado e hoje é notável a existência de uma gestão muito mais profissional”, complementa Gregoraci.
Para o futuro, os mídias veem que o caminho da emissora passa pela qualificação do conteúdo e também pela continuidade da utilização das plataformas digitais como um segundo canal de comunicação com o público. “As pessoas estão se tornando cada vez mais multicanais e isso acompanha a tendência do on demand. O mercado pode se beneficiar com esse incremento da audiência que, a cada ano, passa a ser bem expressivo”, analisa Andrea, da Leo Burnett Tailor Made. “Quanto maior for essa integração entre as plataformas, maiores serão as possibilidades para os anunciantes. Muitas categorias de consumo geram conversão de vendas em plataformas digitais e, para um veículo de massa, é muito valioso poder oferecer soluções nesse ambiente”, afirma Flávio De Pauw.
CARRO FÁCIL
A corretora de seguros Kor acaba de lançar o Carro Fácil para quem prefere só usar e não comprar. A ideia é pagar uma mensalidade e usar um carro zero quilômetro, evitando financiamento e outras despesas como despachante, IPVA, seguro e manutenção, além da desvalorização do veículo. O Carro Fácil faz parte de um novo formato de negócio que vem crescendo, a assinatura de produtos e serviços. Segundo o diretor Breno Kor, a empresa identificou uma tendência de mercado que redefine novos valores e o que é sucesso – típico da Geração Y, formada por jovens nascidos entre os anos de 1978 e 1990. O pacote inclui assinatura mensal de 12 ou 24 meses e um carro zero das marcas Audi, Chevrolet, Ford, Hyundai, Nissan e Renault. A única preocupação é abastecer.
BONS TEMPOS
Os anos 90 voltaram. A época mais icônica da cultura gamer parece ser o tema que deve definir a indústria de videogames nos próximos anos. Quem foi criança ou adolescente durante a década que encerrou o século passado, conviveu com muitos ícones históricos dos videogames. Foi um tempo onde mais se difundiu o acesso a jogos no país, e quando nasceram ou se popularizaram algumas figuras que marcaram a cara dos jogos para sempre.
Aparentemente, quase vinte anos depois, esses mesmos ícones parecem estar voltando, e estão trazendo consoles com eles. A nostalgia é a regra do negócio no mundo dos jogos digitais. Segundo João Merndes da UZ GAMES:
“A jogada é inteligente. Apostar no sentimento da geração que cresceu com uma faceta de cultura que nem sempre pode aproveitar por serem crianças e não terem dinheiro. Hoje, essas crianças são adultos, financeiramente independentes e detentores do poder aquisitivo que está sendo contagiado pelo ressurgimento dos ícones de seu passado.
Buscando o lucro do futuro e do presente, as desenvolvedoras estão olhando para o passado, e revivendo seus maiores acertos. Essa mensagem ficou clara durante diversos painéis da E3 2016. Novas versões de jogos antigos, e até consoles, ganharam destaque e estão chegando com tudo para mais uma vez tomar o mercado.
A Nintendo parece ser a cabeça, ou ao menos a mais ousada, das empresas a embarcarem nessa onda, trazendo de volta o NES, que vendeu mais de 60 milhões de unidades em sua época, em uma versão comemorativa, em miniatura, o NES Classic Edition.
O console estará disponível lá fora a partir de 11 de novembro e virá com jogos clássicos embutidos, como Super Mario Bros, 1.2 e 3, Final Fantasy e Pac-Man. Mas não é à toa que a empresa está na vanguarda desse movimento nostálgico.
O tão amado Crash Bandicoot deve retornar ao Playstation 4, com versões remasterizadas dos jogos antigos e possíveis jogos novos, além do clássico da Sega, Sonic, estar de volta às origens em um jogo de plataforma 2D.
Enquanto algumas empresas correm atrás da realidade virtual, uma grande fatia do mercado busca abraçar o passado. Pokemon Go está aí para mostrar o peso da nostalgia, literalmente parando cidades.
É interessante ficar de olho no mercado. Muitas ideias boas estão voltando à pauta, e o poder aquisitivo está nas mãos de uma geração que amou sua infância, de tal modo que a nostalgia é um dos pilares da cultura nerd e gamer da atualidade – e cada vez mais conquista o status da própria cultura pop. Bem-vindo aos anos 90! De novo!”
Essa coluna compactua com essa volta ao passado, melhor, ao século passado, pois ele é referência, e a história nos mostra que é um conjunto de fatos que se repetem.
DIA DOS PAIS
Entre 15 de julho e 13 de agosto, as marcas que veicularam campanhas do Dia dos Pais investiram R$ 43 milhões em compra de espaço publicitário na televisão, o que significa um recuo de 33% com relação ao mês que antecedeu a celebração no ano passado. O levantamento da Kantar Ibope Media foi realizado em 10 mercados e identificou que 49 milhões de pessoas foram atingidas pelos mais de três mil comerciais exibidos. Cada indivíduo assistiu, em média, a 17 comerciais relacionados.
Os dados foram recolhidos através do VideoTrack, plataforma que permite a análise da eficiência das campanhas em televisão, considerando os resultados de alcance (número de pessoas atingidas) e de frequência (quantas vezes, em média, cada pessoa assistiu ao comercial).
Entre os mercados com maior volume de investimento publicitário neste período, São Paulo concentrou 50% da verba em TV, seguido por Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Campinas, Curitiba, Salvador, Recife e Brasília.
O Boticário, Lojas Riachuelo, Johnson & Johnson, Pernambucanas e Caedu foram os anunciantes que mais investiram em TV aberta no período.
De acordo com a Kantar, os resultados deste estudo têm como base o volume de espaço ocupado em publicidade pelos anunciantes em TV aberta e a tabela de preços dos veículos, desconsiderando descontos e negociações.
O FUTURO DO RH
As organizações estão habituadas ao uso de ferramentas de TI em várias atividades de RH e já possuem dados suficientes para realizar um diagnóstico estratégico de informações que estão no seu próprio ERP, mas a dificuldade está justamente no acesso a essas informações. Com as tecnologias fluidas da TOTVS que proporcionam a criação de dashboards dinâmicos de maneira extremamente simples, é possível acessar essas informações com facilidade. Por exemplo, um gestor de RH terá a sua disposição indicadores para acompanhar as perdas produtivas de sua força de trabalho, o gerenciamento de seu banco de horas, os custos com treinamento e desenvolvimento de seus talentos, entre outros diversos indicadores que o apoiarão diretamente na redução de custos, bem como no aumento da produtividade de seus colaboradores.
Outro exemplo prático das vantagens do BI para a gestão de pessoas é o controle do famoso turnover. O TOTVS Smart Analytics consegue determinar a taxa média entre admissões e desligamentos e indicar em quais departamentos a rotatividade de colaboradores é maior. Além disso, é possível ter indicadores mês a mês para controlar o número de horas extras e acompanhar os custos com folha de pagamento. Tudo isso com usabilidade fácil e intuitiva, permitindo ao gestor de RH ter a informação a poucos cliques e na palma da mão.
FEBRATEX
A 15ª edição da Feira Brasileira para a Indústria Têxtil, maior feira para a indústria têxtil das Américas, realizada entre os dias 9 e 12 de agosto de 2016, no Parque Vila Germânica, em Blumenau (SC), superou as expectativas iniciais e foi cenário de bons negócios, mostrando a retomada da confiança dos empresários na recuperação da economia brasileira a partir do segundo semestre de 2016. O evento recebeu visitação qualificada de 96 mil profissionais de todo o Brasil e de países como Alemanha, Argentina, Áustria, Bolívia, Chile, Cingapura, Colômbia, Coréia, Estados Unidos, Guatemala, Paraguai, Peru e Turquia, entre outros.
TEMPOS MODERNOS
Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
Já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei para proteger,
Já dei risada quando não podia,
Já fiz amigos eternos,
Já amei e fui amado, mas também já fui rejeitado,
Já fui amado e não soube amar.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
Já vivi de amor e fiz juras eternas, mas “quebrei a cara” muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
Já liguei só para escutar uma voz,
Já me apaixonei por um sorriso,
Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e…
…tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)! Mas sobrevivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida…
e você também não deveria passar. Viva!!!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
Abraçar a vida e viver com paixão,
Perder com classe e vencer com ousadia,
Porque o mundo pertence a quem se atreve
E A VIDA É MUITO para ser insignificante.
Charles Chaplin
