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OPINIÃO “As pessoas não vão parar de consumir, mas buscarão todas as formas possíveis de otimizar a relação custo-benefício, seja por meio de preços …

OPINIÃO

“As pessoas não vão parar de consumir, mas buscarão todas as formas possíveis de otimizar a relação custo-benefício, seja por meio de preços menores, marcas menos consagradas ou, simplesmente, reduzindo o volume das compras”

Levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que, se o cenário macroeconômico dificulta o crescimento do comércio de maneira geral, isso pode ser ainda pior para as micro e pequenas empresas varejistas, que já vêm perdendo em taxa de expansão para as grandes nos últimos anos. Com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Ministério do Trabalho e Emprego, a CNC aponta que as companhias menores, com até 49 funcionários, crescem em número de estabelecimentos e receitas a um ritmo inferior quando comparado à expansão do mercado total e também à das grandes empresas, em termos percentuais.

Entre 2007 e 2012, enquanto a receita operacional líquida do setor varejista, excluindo o atacadista, registrou crescimento real de 48% (para R$ 1,372 trilhão, em 2012), a das micro e pequenas aumentou 44,7% (R$ 659,78 bilhões, em 2012) e a das grandes, 51,2% (R$ 712,63 bilhões). Em número de estabelecimentos, o total de 1.395.108 apurado ao final de 2014 evoluiu 31,6% em relação a 2007. Mesmo representando a esmagadora maioria, com 1.378.249 estabelecimentos em 2014, as micro e pequenas tiveram expansão de 31,4% nesse mesmo período comparativo, ante 48% das grandes, com 16.859 ao final do ano passado. De toda a receita gerada, a parcela das grandes cresce mais e elas se apropriam de uma fatia maior das vendas. Esse ritmo de evolução nas receitas deve ter persistido nos últimos anos e se acentuado, porque 2013 e 2014 não foram bons como nos anos anteriores, o que é pior para as empresas menores, que têm menor poder de negociação de preços com consumidores e fornecedores.

É hora de investir em novos pontos comerciais; preços em shoppings e ruas caíram até 50% e 30%, respectivamente.

O cenário macroeconômico tem pressionado o avanço da massa salarial e dos níveis de emprego, provocando cautela dos consumidores, muitos já endividados, para ir às compras, com consequente queda nas vendas e desconfiança do empresariado, que adiam investimentos. Tudo isso é real quando se analisa o todo, mas é possível superar essas dificuldades, minimizar perdas e até driblar os efeitos da crise no varejo, crescendo bem acima dos índices setoriais, afirmam os especialistas, observando que momentos como esse também trazem boas oportunidades tanto para quem já está no mercado quanto para quem planeja abrir um negócio.

Não existem receitas mágicas, é claro, mas entre as que podem fazer a diferença neste momento estão o controle financeiro, de despesas e estoques. Tem de administrar bem os custos fixos, como água e luz, e os estoques, que representam dinheiro parado. Reduzir custo fixo e melhorar a produtividade são fundamentais para quem já está estabelecido, afirma Juarez Leão, presidente da consultoria Leão Business Upgrade, especializada em varejo e franquias. “O grande desafio é fazer mais com menos.”

O momento é ideal para renegociar contratos com fornecedores, que também precisam vender mais, e custos de ocupação. Com a super oferta de pontos em shoppings centers construídos nos últimos anos e o fechamento de lojas de ruas, na opinião do consultor, este pode ser o melhor momento para reduzir esse custo fixo, que absorve em média 15% do faturamento dos varejistas. “Essa também é uma oportunidade de expansão geográfica para quem tem recursos, porque tem muito negócio bom à venda e a preços baixos. Mas é preciso ter claro que o retorno pode demorar”, diz Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo Leão, os preços de aquisição de pontos em shoppings e ruas caíram até 50% e 30%, respectivamente.

Também é essencial, melhorar indicadores de desempenho, como a produtividade. No Brasil, ela é baixa. Em média, a cada dez clientes que entram numa loja, os comerciantes conseguem vender apenas para três, enquanto nos Estados Unidos não aceitam menos que cinco, observando que a maior taxa de conversão pode ser obtida com lojas e mix de produtos mais atraentes e de acordo com o perfil dos consumidores, bons estoques e uma equipe de atendimento bem treinada, mas, antes de tudo, engajada e motivada por comissões melhores.

É preciso também apostar na diversificação de canais de vendas, como o comércio eletrônico, que têm avançado expressivamente no país. A palavra-chave para superar dificuldades é inovação e  os empresários a seguir este caminho. Inovação é essencial e não significa, necessariamente, incorporar tecnologias inéditas. No varejo, inovação é, sobretudo, diferenciação na relação com fornecedores, colaboradores e clientes. Além disso, é essencial que o empreendedor esteja bem qualificado. Capacitar-se é um fator de sucesso para a empresa.

Para quem pretende abrir um negócio, os especialistas afirmam ser primordial a afinidade com a área escolhida e um bom planejamento para escapar dos erros mais comuns aos novos empreendedores. Os mais frequentes decorrem da não definição clara do modelo de negócio, como nicho de mercado, perfil dos clientes, localização do ponto de venda, mix de produtos, fornecedores, precificação e marketing. Mas ocorrem também por falta de um planejamento financeiro adequado, como capital para investimento, capital de giro, prazo de retorno do investimento, não preparo da equipe de vendas. Isso sem falar da importância do engajamento, comprometimento, qualidade no atendimento, incentivos e reconhecimento e de uma estratégia de marketing que produza uma diferenciação da empresa frente aos concorrentes.

COMPETENCE 

Hoje em dia, as pessoas não querem só remédios, cosméticos ou conveniência: elas querem bem-estar, qualidade de vida e muita felicidade. O novo filme da Panvel mostra que a marca é bem mais do que uma rede de farmácias, pois oferece mais do que produtos, reafirmando seu propósito: o de deixar as pessoas sempre bem. Assinado pela Competence, o comercial de um minuto já está no ar e será veiculado em canais abertos e por assinatura até o final de julho.

 COLORADO

No ano passado, algumas ações envolvendo clubes brasileiros de futebol foram consagradas com um “Leão” no maior festival de criatividade do mundo. Foram campanhas que utilizaram diretamente o esporte como plataforma para promover causas nobres, como nos casos de “Meu sangue é rubro-negro“, criado pela Leo Burnett Tailor Made e “Fãs imortais“, desenvolvido pela Ogilvy.

LOGIN

Perca o medo e assuma o controle de seus equipamentos – esse é o curso que Newtom Wainer estará ministrando nos dias 16 e 25 de junho, em sede do Instituto Login.

INOVAÇÃO

Entre as novidades apresentadas pelo Google em sua conferência anual para desenvolvedores, o Google I/O 2015, um projeto inovador, surpreendeu por lançar uma tecnologia “pós-touch”.

Nomeado como Project Soli, a tecnologia nada mais é que um sensor de movimento dentro de um chip. Este dispositivo poderá ser usado para rastrear gestos de pessoas com uma precisão nunca alcançada por sensores similares, como o Kinect. A ideia é que ele interprete os movimentos de mãos e dedos nos seus mínimos detalhes, permitindo que o usuário controle seus eletrônicos de acordo com simples gestos.

O chip poderá ser embutido em smartphones e smartwatches para facilitar o comando de funções como ajuste do volume do som, navegação no Maps e alteração de data e hora.

RECORDE

O Estadão informou que o festival bateu, neste ano, novo recorde histórico de inscrições, com um total de 40.133 trabalhos nos três eventos organizados: Cannes Lions, Lions Health e Lions Innovation. No Cannes Lions, o Brasil manteve a segunda colocação de inscrições, com 2,9 mil peças. No Lions Health, o País é o terceiro, com 185, e no Lions Innovation é o quinto, com 32 trabalhos.

Philip Thomas, CEO do Lions Festival, disse que o número de trabalhos inscritos mostrou uma “indústria que acredita no poder da criatividade como uma força motriz para as empresas e para as marcas. Os Leões são o reconhecimento da excelência em criatividade, e é emocionante ver os profissionais de marketing do mundo todo ultrapassarem os limites”.

CACHAÇARIA

Visando o mercado internacional, empresas brasileiras dos mais variados segmentos têm investido, cada vez mais, em soluções de design. Pensando nisso, as cachaçarias Engenho Água Doce e Barreto Silva encontraram no programa nacional Design Export, uma iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e do Centro Brasil Design (CBD), uma oportunidade para se tornarem ainda mais atraentes no exterior.

CRIATIVIDADE

A hora de estacionar pode ser a mais difícil para alguns motoristas. É no momento da baliza que as habilidades de quem dirige são testadas, principalmente a noção de espaço.

Pensando nisso, a Fiat resolveu apostar na tecnologia ao criar um outdoor interativo para promover uma das funcionalidades de seus novos modelos, o assistente de estacionamento.

Localizado em frente a uma vaga, o quadro traz vídeos com diferentes personagens que atuam como manobristas, ajudando os motoristas a estacionarem seus carros.

Através de gestos com as mãos, os atores indicam aos motoristas a distância entre seu veículo e o de trás. Quando a pessoa finalmente consegue estacionar com sucesso, o personagem do vídeo comemora. Caso o carro colida, a reação é negativa.

OLHO NA TELA

Você sabe o que é digital signage, mas a maioria da população não, apesar de já ter incorporado na rotina diária de suas vidas.  Enquanto as pessoas esperam o ônibus para voltar para a casa, distraem-se com as telas nos pontos, que também estão dentro do próprio ônibus e trens, elevadores, na academia, no shopping, no aeroporto, nas calçadas, nos museus, tornando as esperas mais agradáveis e a correria mais interativa, com uma programação que varia entre entretenimento e publicidade. Isso e muito mais é digital signage.

As telas da Mídia Digital Out of Home (MDOOH) se mesclam ao cotidiano das pessoas, sem que elas percebam a quantidade de inovações tecnológicas envolvidas nesses meios que as rodeia todos os dias. Muito desse crescimento deve-se à Lei Cidade Limpa, que entrou em vigor em 2007, e criou uma nova maneira de pensar no mercado publicitário brasileiro, que viu na tecnologia e interatividade da mídia digital out of home um novo mundo a ser explorado dentro do ponto de venda, dos transportes e dos pontos de espera forçados.

PAIM

A Lojas Renner apresentará o projeto, bem como as premissas da campanha Mais Eu 2015 deste ano, em reunião. A campanha é uma parceria com o Instituto Lojas Renner (http://www.institutolojasrenner.org.br/).

METAS

Nos últimos anos, o Instagram não apenas apresentou uma série de novas funcionalidades ao público e aumentou a sua base de usuários, como também passou a enxergar de maneira cada vez mais estratégica o poder de sua plataforma para impulsionar marcas e monetizar a sua operação. Para se ter uma ideia, de acordo com um estudo da Nielsen em aproximadamente 500 campanhas, desde que a companhia passou a trabalhar com publicidade há aproximadamente um ano e meio, o Ad Recall dos anúncios foi 2,9 vezes maior que a média na publicidade online.

O objetivo é otimizar ainda mais a ferramenta como instrumento de publicidade para as empresas e profissionais. Confira abaixo quais são as principais metas do Instagram em médio prazo:

Capacitar as pessoas e anunciantes para fazer mais

O sonho de todo anunciante não é apenas utilizar as redes sociais como uma mera plataforma de comunicação, mas também um instrumento de interação com o público. O Instagram anunciou que testes com novas opções de ação para o usuário devem surgir nos próximos meses, sobretudo através de botões para se inscrever num site, comprar um produto ou baixar um aplicativo, por exemplo.

Ser mais relevante através do reforço da segmentação

Muitas vezes, o uso do recreativo do Instagram está relacionado com a paixão dos usuários. Muitos deles acessam a rede social para consumir conteúdos que guardem relação com seus gostos, sua personalidade e lifestyle, como esportes, viagens, moda, carros e entretenimento, por exemplo. Para o anunciante é muito mais produtivo se comunicar com as pessoas de acordo com as suas predileções. O Instagram está disposto não apenas a melhorar seus filtros de segmentação de anúncios, como também melhorar os mecanismos de feedback, para que as pessoas também possam aprimorar a relevância dos anúncios que estão dispostas a ver.

Ajudar negócios de todos os tamanhos

Por fim, a rede social quer expandir a sua oferta de formatos de publicidade para conseguir fazer com que a sua plataforma se torne realmente interessante para anunciantes de todos os tamanhos. Para que isso seja possível, o Instagram pretende aproveitar o melhor da infraestrutura do Facebook para comprar, gerenciais e medir o sucesso de campanhas e anúncios de todos os tamanhos.

UNIVERSO ORGÂNICO

O novo canal de comunicação digital aborda o universo orgânico e sustentável. O Portal Organics News Brasil, lançado dia 1º de junho, foi criado pelos jornalistas Vera Moreira, Helvio Borelli, Luiz Fernando Magliocca e Walter Santos – todos profissionais com mais de 30 anos de profissão em rádio, TV, jornal e jornalismo corporativo.

A plataforma multimídia é focada em informações sobre o mercado nacional e internacional de orgânicos, as inovações tecnológicas em sustentabilidade, lançamentos de produtos do segmento e fomentar um novo estilo de vida, agregando: sustentabilidade, bem estar, defesa do meio ambiente, saúde – física, mental, laboral e social.

PARCERIAS

Em tempos atuais, muito do que era verdade e não discutível vem passando por uma grande avaliação. Sabemos que os consumidores vêm evoluindo a uma velocidade muito diferente e mais rápida do que se imprimiu historicamente, e as marcas também avaliam e se preparam para jogar num outro palco, pois o que funciona hoje pode não servir amanhã.

Dessa forma, aquela dinâmica em que os veículos priorizavam a venda dos projetos que faziam parte das suas prateleiras já não encontra mais resposta das agências e dos clientes. A conversa dos departamentos de mídia de que nunca têm tempo para conversar com os veículos e expor suas necessidades também não se sustenta mais, se é que um dia encontrou algum suporte para existir.

Nesse cenário, uma pergunta que tem nos angustiado é a seguinte: os departamentos comerciais dos veículos e os de mídia das agências estão se atualizando, estão preocupados em entender essa nova dinâmica? A resposta, na nossa opinião, é múltipla.

Ainda encontramos situações bem distintas, em que alguns já se aprimoraram e outros ainda são resistentes às mudanças.Não tentar vender o que se tem, mas o que se pode desenvolver é mais adequado e efetivo, e é mais que um desejo para os times de mídia, é fundamental. Da mesma forma, nada vai mudar sem uma entrega muito maior dos departamentos das agências em fornecer informações relevantes sobre os problemas apresentados.

Como esperar uma resposta diferente de um parceiro se não existe disponibilidade de conhecimento mais profundo a respeito dos problemas apresentados?

Quem já experimentou trabalhar assim, com menos barreiras e com mais sinergia, sem dúvida, sentiu que existe um novo mundo se apresentando. O mercado mudou e, hoje, é mandatório estar sempre em beta. Testar novos modelos comerciais não pode ser visto como um problema, mas como parte importante da solução. Oferecer conhecimento e inteligência é, de fato, uma grande vantagem competitiva, faz parte do jogo.

Inovação, reinvenção, releitura, novidades, criatividade e ser out of the box fazem parte do negócio da comunicação, e ter os veículos de comunicação como grandes parceiros para desenvolver projetos de comunicação, que algumas vezes vão exigir outras plataformas e outras maneiras de avaliar, é e será cada vez mais fundamental.

Abrir cabeças, corações e mudar algumas posturas vão fazer muito bem a essa relação.

SPR

Uma campanha bem-humorada, que sai do óbvio, e que comunica de forma efetiva o negócio da empresa. Essa foi a estratégia planejada pela SPR Agency para lançar a nova marca e identidade visual da antiga HervalTech, agora HT Solutions, do Grupo Herval. Com o conceito “Não esquente com TI“, a imagem da campanha traz um executivo com a cabeça queimando pelas preocupações com tecnologia.

PERTINÊNCIA

Vamos imaginar uma marca que acaba de nascer, ainda imatura, mas com ótimas ideias. Engajada em seu segmento, vem conquistando bons resultados em pouco tempo, porém, com a mesma intensidade que ocupou destaque, ela desaparece, some das timelines e passa a não pertencer mais à consciência coletiva diária das pessoas.

Há quem faça terrorismo com os algoritmos comerciais do Facebook. Há quem defenda a produção de um bom conteúdo e os menos conservadores se resguardam na ideia monetizadora de uma empresa em ascensão, afinal: rede social não é filantropia!

A verdade é que audiência, reputação, imagem e resultados são palavras que assombram no universo digital. E, hoje, a deficiência de compartilhamento de informações e feedback por parte de seguidores de uma marca, na rede, podem ameaçar as necessidades de pertencimento dela. Além disso, surge um sentimento de imponência e de esquecimento que pode rondar os produtores de conteúdo.

Vemos na Psicologia da Comunicação que a necessidade de pertencimento é muito forte no ser humano, e, quando nos remetemos ao universo das marcas, isso se estende dentro das plataformas digitais. Reflexo disso é o aumento exponencial de investimento para se alcançar com totalidade o público que já é seu em uma página. Por exemplo: hoje você paga para terfans e paga para alcançá-los. Mas, calma, eu já não paguei por eles antes? Essa é a vida, amigos!

Uma das mais importantes evoluções que deve acontecer é a diminuição dessa dependência da sensação de pertencimento fixada em algo externo, pois a marca deve criar relacionamento em diversas plataformas. Por trás de tudo isso, o profissional deve entender que priorizar uma única rede e não construir uma comunicação integrada são seus principais erros.

TOP OF MÍDIA 2015

O Grupo de mídia estará realizando no dia 23 de junho, às 20h, o Top of Mídia 2015. Informações: grupodemidia.com.br . Atenção: os ingressos estão se esgotando rapidamente. Agilize-se!

DEZ COMUNICAÇÃO

A regional sul da empresa Oi renovou contrato de mídia com a Dez Comunicação até 2016. A renovação garantirá a continuidade do trabalho que a agência tem desenvolvido para a Oi, desde 2013, nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul!

FADERGS

O novo curso de Produção Multimídia da Fadergs visa formar profissionais alinhados às tendências de mercado com uma visão empreendedora. Os alunos são preparados para articular diferentes ferramentas digitais de mídia na comunicação com o objetivo de criar, implantar e gerenciar recursos de texto, imagem, som e animação nos meios de comunicação eletrônicos e digitais. Também aprendem a desenvolver ambientes de hipermídia interativa e produções de conteúdo audiovisual para fins de entretenimento, informação comunicacional e educação.

INSPIRAÇÃO

A Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) está promovendo durante toda a quarta-feira (10) o 15º Encontro Nacional de Anunciantes.

Com o tema “Inspiração, integração, inovação: marketing para transformar”, o evento reúne o mercado publicitário para debater aspectos contemporâneos sobre a gestão do Marketing e sua importância nos negócios das empresas.

Entre os painéis da manhã, um reuniu alguns dos principais nomes da publicidade no Brasil para comentar o cenário atual do mercado de comunicação na visão das Agências.

Integrando o time estava Hugo Rodrigues, CEO da Publicis. Reconhecido internacionalmente, ele exaltou a qualidade da propaganda brasileira como uma das três melhores do Brasil, competindo com Estados Unidos e Inglaterra.

Hugo conduziu sua apresentação apontando as principais falhas na relação entre anunciante e agência, influenciada pelo medo constante das mudanças do cenário, que vão desde uma nova realidade nos salários até as variações de comportamento da sociedade. “72% dos consumidores no mundo não tem preferência por uma marca”, disse.

Para ele, a solução é o trabalho em conjunto entre ambas as partes para atingir um único objetivo: satisfazer o comprador. “Agência e marca devem trabalhar juntas para impactar o consumidor”, ressaltou.

O “sangue no olho” na hora da venda é transformar um produto aparentemente simples em algo incrível e insubstituível. Vendendo cada vez melhor, com o jornalista Daniel Müller, será uma palestra demonstrativa para instigar o entusiasmo com os resultados, conhecendo melhor as práticas de vendas.

DEZ

A campanha “Você se Declara”, criada pela DEZ Comunicação para o Dia dos Namorados no BarraShoppingSul, retrata o local como perfeito para os casais experimentarem diferentes situações de forma intensa. Inspirada no conceito “Você vive aqui”, a agência explora as características do empreendimento, que é muito mais do que um lugar de compras e, sim, um local para sorrir, conquistar e se emocionar.

VAGAS

O Bureau de Representações e a Adjori-RS estão com vagas de planejamento, atendimento e representantes para o interior do Estado. Enviar currículo para: [email protected]

FESTIVAL

As notícias do Festival Mundial de Publicidade serão publicadas na próxima coluna.

Autor

Nene Zimmermann

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