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Marketing islâmico, uma nova cruzada?

Muitas empresas europeias e multimacionais já veem no púbico muçulmano uma próspera fatia de mercado. Os fracassos anteriores devem ser atribuídos ao desconhecimento do …

Muitas empresas europeias e multimacionais já veem no púbico muçulmano uma próspera fatia de mercado. Os fracassos anteriores devem ser atribuídos ao desconhecimento do mercado muçulmano, mas agora a posição está sendo diferente.

Como a maioria em países espalhados do sul da Ásia até a África, aderindo a diversos padrões no vestir, especialistas alertam que são precisos muitos cuidados para “não ofender”. Um grito destes gritos de alerta foi dado pela Nike, na década passada. Ela cometeu o erro notório de lançar um tênis com um logo na sola. Os muçulmanos acharam que representava a letra arábica de Alá, o que levou a fabricante a fazer uma operação de guerra para recolher 800 mil pares em todo o mundo.

A Unilever criou um produto que retira o excesso da oleosidade nos cabelos cobertos das muçulmanas. Outras companhias estão tomando atitudes diversas para assegurar a preferência de seus consumidores, mas dentro das leis islâmicas.

Um caso notável é o da Nokia, que oferece um aparelho com vários aplicativos, incluindo calendário religioso e downlads do Alcorão, além de alarme para as cinco orações diárias. Mais ainda, disponibiliza dois livros digitais islâmicos e um aplicativo com cartões de felicidades pelo Ramadã.

A Ogilvy & Mather abriu recentemente uma filial, a Ogilvy Noor, descrita pela companhia como “agência de branding do mundo para o mercado islâmico”. E o chá Lipton, da Univever, obteve o primeiro lugar entre a preferência junto aos mulçulmanos. A Nestlé, registre-se, foi a primeira multinacional a buscar este 75 milhões de muçulmanos.

Autor

Iara rech

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