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Jazz, modelo para a comunicação

O valor do intangível: como no jazz, nas organizações vale a capacidade de comunicação, a informação, o conhecimento e a habilidade em exercer a …

O valor do intangível: como no jazz, nas organizações vale a capacidade de comunicação, a informação, o conhecimento e a habilidade em exercer a capacidade de improvisar e inovar. Registra Le Monde Diplomatique: “Ambos precisam encontrar novas respostas em sua área de atividade, sem o benefício de um roteiro, nem a certeza quanto à qualidade das soluções encontradas”.

O jazz se caracteriza por estruturas mínimas que permitem a máxima flexibilidade na comunicação. Os  músicos dominam conhecimentos que os habilitam a desenvolver sua música a partir de regras gerais. Isto é, embora haja muito improviso, este não é aleatório ou desconectado das estruturas básicas do jazz. Por analogia, Le Monde Diplomatique acredita que, nas organizações, tais estruturas são a missão, a visão e os valores da cultura organizacional, que atuam como suporte para que os gestores improvisem, comuniquem-se e ainda assim se mantenham alinhados com novas estratégias estabelecidas.

Um mercado competitivo

A comunicação entre os dirigentes, para que atuem de forma organizada,é imprescindível para a premente adaptação das empresas na busca da conquista  às características e aos panoramas cada vez mais competitivos apresentados pelo mercado.

A necessidade de inovação e improvisação tem conquistado um lugar relevante no processo de aprendizado de desenvolvimento organizacional à medida que obrigam as empresas a repensar os já estabelecidos modelos de gestão. Neste quadro, os papéis da Tecnologia de Comunicação e da Informação têm crescido constantemente.

A armadilha da competência

Existem paralelos entre o “jazzista” e os profissionais da Comunicação, Tecnologia e Informação. Em tempos de turbulência, ambos tendem a apoiar-se em arranjos bem-sucedidos no passado ou em repetir ações executadas anteriormente, que são comuns diante do que a inovação e o improviso representam.

Os “jazzistas” que dominam as estruturas básicas correm o risco de permanecer na zona de conforto e repetir padrões já conhecidos, em lugar de improvisar e inovar. Trata-se da armadilha da competência. Que contém uma boa advertência: há uma tendência em recorrer às respostas habituais, gerando um obstáculo ao questionamento ou ao surgimento de novas perspectivas, tanto para as empresas como para os “jazzistas”.

Autor

Iara rech

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