”Se esta rua fosse minha”… Trata-se da Nilo Peçanha, que começa com outros nomes a partir da Protásio, onde inicia: Neusa Goulart Brizzola, Nilópolis. Quem puxou a Nilo foi o Iguatemi. Os velhos recordam; “aquilo era um matagal”. Um matagal por onde, de acordo com a Fatto, assessoria de imprensa do Iguatemi, passam 50 mil clientes por dia. Com 37 mil metros quadrados de área bruta locável, o Iguatemi foi inaugurado em abril de 1983. E como um empreendimento chama outro, lá está ao lado o Bourbon Country, com seus modernos cinemas e lojas. O Iguatemi fechou seus cinemas porque o empreendedor exigia que o shopping construísse uma área especial.
Hoje, quem “não está no Iguatemi, está por fora”. Roupas, livrarias, restaurantes, tudo lá se encontra.
OS BIGS
Ninguém fez uma aposta tão longínqua como o Iguatemi. O Colégio Anchieta é mais antigo por aquelas bandas, mas sem o aspecto “puxador” que o Iguatemi tem.
Ruas da cidade já foram sinônimo de comércio, com suas lojas lado a lado. Algumas mantêm seu prestígio, mas é nos shoppings que os consumidores encontram variedade e segurança.
É porque isto que empreendimentos como o Big Cristal ou o Big Sertório são os novo pontos de comércio que a cidade ganhou e está ganhando. Mas a questão é: há espaço na cidade para novos Iguatemis?

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