1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Sou o Guilherme Chaves Ricardo, 26 anos, nascido em Porto Alegre e moro em Cachoeirinha desde minha vinda ao mundo. Formando em Jornalismo, na Unisinos, em 2018, profissionalmente sou conhecido como Guilherme Chaves. Atualmente sou assessor de imprensa na MS+ Sports e narrador na Futebol 7 Brasil e FGF TV. Sou apaixonado pelo que faço e meu mundo sempre tem o futebol envolvido.
2- No final de julho você estreou como narrador oficial da Copa do Brasil de Fut-7. Como foi realizar este trabalho?
Foi uma experiência marcante! Essa modalidade do futebol está crescendo muito em nosso País e a cada lugar que vou fazer as narrações tenho mais certeza disso. Já passei por Palhoça, São Paulo e Fortaleza e fui muito bem recebido, com muitos elogios e críticas pontuais para que a transmissão fique mais atrativa para o público. Está sendo legal receber o carinho dos telespectadores e dos jogadores, pois a gente leva o abraço para quem acompanha, consegue transmitir a emoção que esses jogos criam e em cada lugar há uma nova história. Encerro a Copa do Brasil em Recife com 99 jogos transmitidos, mas sigo narrando pela Futebol 7 Brasil em suas competições. O fim do ano será recheado de jogos na F7 TV Play com Liga das Américas, o campeonato nacional, as finais da Copa do Brasil e o mundial de clubes da modalidade. Além disso, narro também pela FGF TV, que é o canal oficial da Federação Gaúcha de Futebol e tem muitos jogos para trazer ainda até dezembro. O importante é não ficar parado.
3- Como e por que você decidiu fazer Jornalismo?
Foi uma escolha bacana e depois de decidir que não tentaria mais jogar futebol profissional. Sempre busquei ser jogador, realizei toda minha base no Esporte Clube São José, em Porto Alegre, fiquei alguns meses no elenco profissional do Cruzeiro, também de Porto, mas agora em Cachoeirinha, e depois de deixar o estrelato acabei parando para pensar o que queria na vida. Sempre quis estar envolvido no meio do futebol, mas principalmente próximos aos bastidores e jogadores, e então pensei em jornalismo esportivo. Ingressei na Unisinos em 2013, fiz o curso de radialista e narrador esportivo e fui desbravando esse grande mundo do jornalismo. Isso fez com que eu conseguisse trabalhar na área e sou muito realizado com o que faço.
4 – Além da narração, você trabalha também com assessoria na MS+ Sports. As duas atuações são relacionadas à Comunicação Esportiva. Como a Comunicação pode contribuir para o esporte, e o que te atrai nesta área?
Como falei na pergunta anterior, sempre quis trabalhar com bastidores e ficar próximo ao jogador de futebol. Na faculdade tive uma cadeira de assessoria de imprensa e me apaixonei pelo que o assessor era responsável. Já estou na MS+ há mais de três anos e criei muitas grandes relações com atletas, empresários, assessores dos clubes e os jornalistas da imprensa esportiva. Diariamente é tudo muito corrido, mas consigo conciliar com as narrações atualmente. A Comunicação sempre tem um papel super importante nessa área, afinal é o esporte mais amado do mundo. Sobre a narração, é bacana transmitir para o público a emoção do que está acontecendo naquele jogo, naquele lance e naquele gol. Com a pandemia, os estádios continuam vazios e o narrador tem a responsabilidade de dar cada detalhe para seu ouvinte ou telespectador. Como disse, me apaixonei pela assessoria e pelas suas funções. É uma responsabilidade enorme cuidar da imagem de uma pessoa, mas ela aumenta sendo um jogador de futebol. Eles são ídolos, inspirações para muitas pessoas e cuidar da imagem deles é uma tarefa que exige muito cuidado, responsabilidade e atuação em todas as horas do dia. Para a Comunicação é uma área super importante, pois por nós passa a agenda de entrevistas, redes sociais, essas coisas que envolvem comunicar. Fico feliz em fazer duas coisas que eu sempre amei fazer.
5- Quais são os teus planos para daqui a cinco anos?
Pensar em cinco anos está cada vez mais difícil, pois em um piscar de olhos os cinco anos já se passaram. Porém, gostaria de manter conciliando as narrações com a assessoria de imprensa e estou muito feliz fazendo essas duas funções. Quero seguir como assessor de imprensa de jogadores, manter essa relação com eles, também tenho como um sonho e objetivo trabalhar como assessor de imprensa em clubes do Brasil e seguir narrando futebol. Quero também fazer parte de um grande veículo, narrar grandes eventos e finais importantes. Sei que muito estudo e trabalho me esperam, mas nada que eu não atravesse com muita dedicação e um sorriso estampado no rosto.
