1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Meu nome é Nícolas Dick Wagner, tenho 23 anos, sou natural de Porto Alegre, mas por ter me mudado cedo para São Leopoldo e lá ter crescido, considero-me muito mais leopoldense. Estudei no Colégio Sinodal, onde também joguei vôlei, o que me fez morar em São Caetano por um ano após o Ensino Médio. Sou formado em Jornalismo pela Escola de Comunicação, Artes e Design – (Famecos) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Atualmente, trabalho como repórter e comentarista na RDC TV e na Rádio Índio Capilé.
2 – Quando foi que percebeu que o Jornalismo seria a sua profissão?
Desde pequeno. A verdade é que nunca me imaginei fazendo algo que não estivesse ligada ao Jornalismo e ao Esporte. Aos sete anos, quando brincava de jogar bola, narrava os meus próprios lances e depois escrevia uma crônica sobre o jogo que eu havia desenvolvido na minha mente. O gosto pela escrita também foi decisivo para sempre saber que queria ser jornalista.
3 – Como foi receber o convite da RDCTV para integrar o time e levar informações sobre a dupla Gre-Nal ao público?
Fiquei muito feliz com a oportunidade. A RDC TV é uma emissora em crescimento e que me dá liberdade para produzir conteúdo sobre a dupla Gre-Nal, o futebol e o esporte gaúcho de uma forma que me agrada. Além disso, me oportuniza desenvolver habilidades de televisão, que acredito que serão fundamentais para minha carreira.
4 – Quais são os principais aprendizados do dia a dia, uma vez que veio do rádio e agora está na televisão?
Costumo dizer que rádio é bem mais fácil de se fazer do que TV, porque se quiser dá para entrar no ar de casa, com pantufa e pijama. A TV envolve toda uma questão estética, que também é bacana e está me fazendo aprender muito. Não só na minha aparência e forma de me expressar, mas também enquadramento, ilustrações com imagens, etc.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Essa pergunta não é simples de ser respondida, porque sabemos que a vida é um vai vem, muitas coisas que não projetamos acabam acontecendo. Mas tenho a ideia de desenvolver minhas habilidades na televisão e adquirir experiências para quem sabe chegar a uma grande emissora de esportes do centro do País. Além disso, consolidar ainda mais a Rádio Índio Capilé, que cobre de perto o Aimoré, como referência na cobertura de times do interior do Estado, porque penso que os clubes menores carecem de atenção, e não podemos jamais esquecermos das nossas raízes.
