Hoje, 20 de janeiro, é o dia de São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro e feriado local.
Resolvi folgar usando o trabalho do meu saudoso amigo-irmão Cyro del Nero, reunido no livro A Celebração do Dia, 365 textos, um por cada dia do ano e, na época, transmitido diariamente pela Rádio Cultura FM de São Paulo.
“Segundo o capítulo 29 do primeiro livro da Bíblia, o Gênesis, Noé foi o décimo descendente de Adão. Parece que etimologicamente seu nome está relacionado com o verbo hebraico confortar. A história do Dilúvio, que cobriria toda a terra, tem Noé como seu herói. Ele era um patriarca, que, por sua inocente piedade, foi escolhido por Deus para perpetuar a raça humana após a inundação e a morte dos seus contemporâneos pecadores. A população do mundo desapareceria restando apenas a família de Noé. Ele recebeu um aviso do desastre que se aproximava e foi instruído para construir uma arca, na qual ele e sua família seriam preservados. Ainda de acordo com as instruções divinas, Noé levou para a arca todos os espécimes animais e suficiente comida para alimentá-los. Foram um macho e uma fêmea de cada espécie. Junto com Noé e sua mulher, embarcaram seus três filhos que, no futuro, gerariam as três raças originais da humanidade.
No século XX, em Barcelona foi constituída uma estranha sociedade que reunia pessoas cujos nomes ou sobrenomes correspondiam a nome de animais, répteis e aves. E há muitos nomes assim. Há mesmo um compositor italiano cujo sobrenome é Leoncavallo. Os membros eram pessoas de muito humor e seu presidente ainda mais. O nome desse presidente era Rouxinol e a sociedade chamava-se Arca de Noé e foi fundada em 1929, neste dia, 20 de janeiro.”
Inté.
Confissão: Estou tão velho que minha certidão de nascimento virou pergaminho.
Vitrine (comentários sobre a coluna anterior)
Caro Mario
Concordo com o título do seu artigo “Não é Bem Assim”, mas o nosso atraso não deve ser levado em conta pelos das obras dos estádios mas, sim, devido à mentalidade dos seus promotores (leia-se governos Lula/Dilma/Cabral e CBF do sr. R. Teixeira) que, sob o patrocínio da máfia da FIFA, elegeram a Copa como a prioridade máxima do País, ajudando a consolidar a nossa imagem como o país do futebol, superando até o do Carnaval e da corrupção que se tornou endêmica. Vamos, lamentavelmente, todos nós, pagar esse preço. Abraços. L.C.G. Paznnunzio, São Paulo.
Oi, indo bem o 2014? A coluna pelo menos, vai bem. O Blatter pegou a essência do Brasil, os atrasos. Atrapalhações, má organização, empregados relapsos. Quase sempre. Tradição é isso. Mudaremos? A população aumenta e aumenta a baixa execução de tudo. Ele só não disse que é o país da praia. O único objetivo de vida no momento é ir à praia. Ainda bem que aqui de vez em quando tem frio. O “Estou tão velho” é um achado e verdadeiro. Bj, V. (Vera Verissimo), Porto Alegre
Mestre Mário.
Quando leio a sua coluna é quase como ler um bom livro, assistir um bom filme ou uma boa peça. É algo que arrebata de imediato e, na mesma proporção e velocidade, me chegam as palavras que gosto muito de compartilhar com você. Fiz isso em relação a sua última coluna, como sempre, excelente. Digitei algumas linhas que, novamente e sem eu entender, foram rejeitadas.
Gostaria de tentar reproduzir o singelo comentário, mas agora não seria justo e nem condizível com a qualidade do seu texto. Da próxima vez, antes de enviar, copio.
Um fraternal abraço do fã confesso. Carlos (Prof. Carlos Eduardo Freitas da Cunha, Dr.), Florianópolis

*As discussões estão sujeitas à moderação. Antes de comentar, leia nossa Política Editorial