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Coluna do Nenê

OPINIÃO Muitos gestores e líderes confundem no dia a dia a força dessas duas ações: ter poder e ter autoridade. Desde criança aprendemos a …

OPINIÃO

Muitos gestores e líderes confundem no dia a dia a força dessas duas ações: ter poder e ter autoridade.

Desde criança aprendemos a obedecer aos mais velhos e algumas regras em casa e na escola. Quando passamos para o mundo corporativo, isso continua sendo base, mas de outra forma.

Na hierarquia, existem os chefes e seus subordinados e, nessa pirâmide, consiste o poder da decisão do primeiro, mas a autoridade não tem nada a ver com a hierarquia que se ocupa.

Ao se destacar naturalmente em um grupo, a pessoa assume uma certa autoridade e o respeito dos demais. Esse pode ser chamado de líder do grupo, mesmo não formalizado na hierarquia.

Já o poder está mais ligado à decisão.

Quando se tem a responsabilidade de atingir resultados e a equipe não está em sintonia e não vê o gestor como uma figura de autoridade, será preciso o uso da “força”, do poder da “voz” junto à diretoria, muitas vezes.

Já quando as pessoas respeitam e o veem como ‘autoridade’, não é necessário que se imponha nada, já que tudo será feito de bom grado e em prol de um bem maior: a empresa.

Podemos dizer que o poder e a autoridade podem, sim, andar juntos, mas não necessariamente fazem parte do mesmo profissional.

Aquele que consegue unir as duas características, com certeza, irá conseguir bons resultados na organização, já que terá o poder da decisão aliado à colaboração de toda a equipe, por empatia e por colaboração.

“Manda quem pode, obedece quem tem juízo” até pode ser um belo ditado, mas se você conseguir gerir uma equipe unindo o poder e a autoridade de forma branda e respeitosa, os trabalhos terão um fluxo muito mais produtivo no dia a dia.

Poder e autoridade podem ser confundidos com “Não vai ter Golpe” ou “Vai ter impeachment”? Em um momento de poder autoritário e de lavagens cerebrais as diferenças são de um novo slogan contra uma atitude de querer devolver ao País o seu rumo de progresso e competividade.

Poder e autoridade podem ser confundidos e avaliados como “Parar um país!” ou “Fazer o bem para si!”, ambas as afirmações são catastróficas e que fazem muito mal e produzem a derrocada de um povo que vem sofrendo sem direito a viver dignamente.

Poder e autoridade podem ser confundidos com “Interesses escusos” ou “Interesses financeiros”, existindo total desrespeito ao Estado de direito, ferindo a constituição na sua carta magna.

GOVERNO

Ao acatar os recursos da Global e SPR, e colocando as agências entre as seis que atenderão ao Governo do Estado, a Secom deu uma demonstração de transparência e de interpretação da licitação conforme as normas e regras do feito.

MOBILIÁRIO

As irregularidades constantes do aproveitamento das bancas e chaveiro na cidade de Porto Alegre é realmente uma vergonha.

Várias notificações já foram feitas à Prefeitura, tais como invasão das calçadas, impedindo o acesso de pessoas, invasão de ruas, causando problemas ao fluxo de carros, invasão do calçadão da Andradas, não permitindo a entrada de ambulâncias ou Bombeiros ou unidades de polícia. Tudo isso para poder faturar e botar dinheiro no caixa? Tudo isso para ter contrapartidas negativas?

A falta de critério é tão evidenciado que chegam a ter quase um do lado do outro, formando verdadeiras lojinhas (ambulantes) em todas as partes da cidade.

O pior de tudo é que os anunciantes prestigiam e colocam suas publicidades nesses lugares irregulares. Em tempo de compliance, que todos estão ou deveriam praticar, trata-se de uma incoerência.

NOVA MARCA

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,2 milhões de associados – acaba de apresentar, externamente, a sua nova marca, desenvolvida pela Interbrand. A estratégia principal foi reposicionar o Sicredi com foco na presença nacional, com atuação regional e, consequentemente, na categoria de instituições financeiras cooperativas no Brasil.

O lançamento oficial da nova marca ocorrerá a partir de 2017, quando todos os pontos de contato com o associado estarão alinhados ao propósito da nova identidade visual, para promover a consistência entre a experiência e a comunicação. Para isso, ao longo de 2016, serão desenvolvidas importantes iniciativas, como identidade verbal, design ambiental, arquitetura da marca, jornada do associado, cidadania corporativa, proposta de valor por segmentos, governança da marca, definição de KPIs, bem como a campanha interna, os workshops de engajamento e a nova campanha de posicionamento externa. Até que o ciclo de gestão de mudança seja concluído, a marca atual e a nova irão conviver por um período.

Segundo Edson Nassar, CEO do Banco Cooperativo Sicredi, “a nova marca e todo o trabalho de comunicação ao longo dos próximos meses darão suporte ao crescimento do Sicredi que, em 2015, registrou resultado recorde de R$ 1,4 bilhão, pois vai potencializar a imagem da instituição, destacando os benefícios das cooperativas financeiras não só aos associados, mas também às comunidades nas quais cada cooperativa está inserida. Nosso foco sempre será a presença nacional, com atuação regional”.

De acordo com Daniella Giavina-Bianchi, diretora geral da Interbrand, o trabalho de marca se concentrou no reposicionamento do Sicredi a partir de um novo olhar para o cooperativismo no Brasil. “A construção está sendo feita de dentro para fora, com o engajamento de todos os colaboradores e Cooperativas. Em 2017, a marca Sicredi estará pronta para oferecer uma experiência totalmente nova para seus associados”, explica a executiva.

Estratégia para a nova marca do Sicredi:

  • Desafios da marca: crescimento do cooperativismo financeiro e oportunidade de expansão da capilaridade do Sicredi / proporcionar experiência com a marca; atingir uma nova geração de associados atrelada às mudanças de comportamento do público-alvo / garantir a satisfação do associado; destacar o Sicredi em um mercado competitivo / agregar valor e diferenciar a oferta de serviços.
  • Processo de trabalho: genuinamente colaborativo, respeitando a essência do Sicredi; em oito meses de trabalho, foram entrevistados 63 executivos; realizados três workshops com a equipe do Sicredi; 13 visitas nas unidades de atendimento em seis diferentes estados; além de pesquisa com 8.128 colaboradores, 5.054 associados, cinco grupos de pesquisa com jovens, oito entrevistas com parceiros/formadores de opinião, análise de 12 marcas do mercado e quatro benchmarks.

Insight: oportunidade no mercado para um modelo de instituições financeira mais humano e colaborativo; muitas categorias já estão passando por mudanças e a forma de cuidar do dinheiro também deve acompanhar esse movimento; o Sicredi pode ser a solução inteligente e colaborativa para o desenvolvimento financeiro, pois defende que a melhor escolha é sempre o que for melhor para todos.

  • Evolução: construção de um novo posicionamento para o Sicredi para alinhar o discurso, diferenciar a marca no mercado e garantir a consistência na forma de fazer negócio; a marca é uma forma de representar a evolução do Sicredi; foi preservada a herança e respeito as principais forças da marca – o cata-vento e a cor verde – somados a alguns atributos para deixar a marca mais atual – simples, ativo e próximo. Esses atributos ficam evidentes na nova logomarca (simples – redução de elementos e cores, ativo – movimento ao cata-vento, próximo – tipografia arredondada e em caixa baixa), mas que também vão direcionar a experiência da marca

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3,2 milhões de associados e 1.400 pontos de atendimentos, em 11 estados do País*. Referência internacional pela organização em sistema, com padrão operacional e utilização de marca única, o Sicredi conta com 95 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em cinco Centrais regionais – acionistas da Sicredi Participações S.A. –, uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo, que controla uma Administradora de Bens, uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.

CONTRAMÃO

O Brasil está na contramão de países avançados e emergentes, mostra levantamento da Ouvidoria da Anatel solicitado por Carta Capital sobre a banda larga fixa de Austrália, Portugal, Chile, Inglaterra, Estados Unidos e Canadá. No exterior, há planos com franquias e ilimitados, os últimos direcionados aos usuários intensivos. As opções com franquia destinam-se aos detentores de planos básicos, são mais baratas comparadas às alternativas disponíveis no país e oferecem, em geral, mais de 100 gigabites por mês. Aqui, todos os planos das empresas incluídas no levantamento preveem redução de velocidade quando se atinge a franquia, situação inexistente nas nações comparadas. O custo médio dos planos brasileiros corresponde a 15% do salário mínimo, enquanto em Portugal e no Chile a proporção é de 8% e no restante fica abaixo de 6%.

O desempenho do setor reforça a hipótese de inexistência ou insuficiência de investimentos. Entre 15 empresas de telecomunicações com ações negociadas no mercado, só a TIM e a Algar aumentaram o lucro no ano passado em comparação a 2014, segundo a empresa Economática. O lucro da Telefônica caiu e as restantes continuaram no prejuízo. Uma alternativa seria converter em investimentos as centenas de milhões de reais das multas aplicadas às empresas por prejuízos aos usuários, segundo estabelecem vários termos de ajustamento de conduta assinados pelas empresas, mas nenhum TAC foi cumprido, garantem profissionais de duas companhias de telecomunicações. A Anatel não se manifestou a respeito.

A franquia generalizada piora a má colocação do Brasil nos rankings de desempenho da internet. Segundo levantamento do Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social, o País é o 84º em disponibilidade de conexões de rede, 93º em média de velocidade de internet e 114º em preço da banda larga móvel em comparação à renda per capita.

PAIM

É assinada pela Paim a nova campanha da Vinícola Aurora para o vinho Marcus James. As artes foram feitas pelo artista plástico Moisés Lessa Bettim, com o próprio vinho tinto da marca.

SPR

Nada como tempos de crise para ventilar ideias, traçar objetivos e rever rumos. Negócios precisam de estratégia e, nesse quesito, a SPR tem as ferramentas certas para colaborar. Pensando em divulgar de forma objetiva os serviços de branding que a unidade SPR Brand disponibiliza, o grupo acaba de lançar o www.spr.com.br/brand, site exclusivo para falar do assunto.

Além de expor o papel e a importância de produtos como TrueSet – posicionamento de marca e negócio, Zapplanning – planejamento de marketing, Branding e Acompanhamentos de planos de ação e indicadores estratégicos, o site traz depoimentos e artigos que tratam de temas relevantes. São conteúdos que oferecem um olhar estratégico e motivador aos negócios.

REVISTA VOTO

Com consultoria do criativo Cado Bottega, a Revista Voto desenvolveu uma campanha de oportunidade com anúncios e materiais para mídias sociais inspirada no impeachment da presidente Dilma Rousseff. Sob o tema “Revista Voto 12 anos. Cada número tem uma história”, as peças aproveitam o aniversário da publicação, dirigida pela cientista política Karim Miskulin, e sua trajetória no ambiente político e de negócios, associando-o a outros números da vida política da presidente como os 54 milhões de votos na eleição de 2014, os dois mandatos, além de contemplar os recentes números da votação da admissibilidade do processo de impeachment na Câmara de Deputados e Senado Federal.

“A ideia central é mostrar que a Revista Voto está sempre acompanhando muito de perto o mundo da política e, portanto, precisava sair na frente aproveitando acontecimentos tão relevantes para a história do País”, destaca Cado Bottega.

LOBBY

Lobby é uma palavra de origem inglesa e que designa o salão de entrada de edifícios. Segundo Andréa Oliveira Gozetto, cientista política, a atividade de defesa de interesses junto a membros do poder público que podem tomar decisões acerca de políticas públicas ganha esse nome porque, no início do século XVII, na Inglaterra, ou do século XVIII, nos EUA – há polêmica sobre o histórico de seu surgimento –, indivíduos esperavam pelos tomadores de decisões políticas nos “lobbies” dos edifícios onde estes se hospedavam ou trabalhavam, com o objetivo de abordar os tomadores de decisão e apresentar-lhes seus pleitos, já que não possuíam acesso às mesas de negociação.

Esse termo começa a ser utilizado no Brasil em meados da década de 1970 e, desde então, tem sido confundido com os mais diversos tipos de crime contra a administração pública, entre eles, a corrupção ativa e passiva. Porém, essa atividade faz parte do rol de instrumentos legítimos de representação de interesses a disposição da sociedade civil em sua interação com o poder público.

A Constituição Federal de 1988 compatibiliza a atividade de lobby ao nosso ordenamento jurídico em seu Artigo 5º, ao assegurar os direitos de liberdade de manifestação de pensamento, reunião e associação para fins lícitos (inciso IV, XVI e XVII); expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação (inciso IX); acesso à informação pública de interesse particular, coletivo ou geral (inciso XXXIII) e de petição aos poderes públicos, em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder (inciso XXXIV, alínea a).

Com a regulamentação do lobby, além de serem coletadas e divulgadas informações sobre os agentes privados e as interações que eles mantêm com o poder público, os padrões para essas interações seriam definidos adequadamente. O que se espera é que seja estabelecida a forma lícita e isonômica de acesso ao processo decisório, pois já possuímos um “Pacote de Integridade”, que congrega uma extensa legislação a definir ações ilícitas inerentes a essas interações.

O sentimento nas redes sociais em relação à Apple e ao Twitter caiu acentuadamente nesta quarta-feira, um dia após as empresas divulgarem ganhos trimestrais decepcionantes, embora os círculos online permaneciam confiantes em relação ao Facebook, antes da divulgação dos resultados da empresa.

O sentimento nas redes sociais em relação ao Twitter caiu cerca de 30 por cento em relação ao dia anterior, enquanto o da Apple caiu mais de 15 por cento, de acordo com métricas da Thomson Reuters.

“Como a administração pode continuar a drenar o (dinheiro) dos acionistas, e os pagamentos dos executivos ainda subirem, isto deveria ser punido. Não ter ativistas me deixa louco. $TWTR”, tuítou Scott J. Wheeler (@swheelscpa).

Embora o sentimento nas redes sociais não seja uma medida precisa para as atitudes dos investidores, pode oferecer um vislumbre sobre o que está sendo dito sobre uma empresa na Internet.

Após o fechamento dos mercados, o Facebook divulgou aumento de 52 por cento nas receitas no trimestre encerrado em 31 de março.

FH

A FH é a única parceira escolhida pela SAP para participar da Conferência E-commerce Brasil Sul. Destaco que a FH tem a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel e oferece aos seus clientes as melhores soluções de comércio eletrônico do mercado.

Autor

Nene Zimmermann

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