Não tenho recebido poucos comentários sobre as minhas colunas aqui publicadas, mas a de nome “Ódio” bateu, por longa margem, todas as anteriores. Além de que, foi muito republicada por diversos leitores, como o doutor e professor de Comunicação em Florianópolis Carlos Eduardo: “mais uma pérola publicada pelo meu genial tio Mario de Almeida (jornalista, publicitário, escritor, profissional de TV e Teatro), em sua coluna eletrônica”. Assim, ele traduziu com maestria habitual o meu sentimento em relação à patética figura que hoje nos “dirige”. Acompanharam ele, Max Barros Coelho, Aurea Almeida, Michele Joyce Freitas Benkendorf e mais outras 15 pessoas.
Vou repetir também. Com mais ódio.
Manchete de O Globo, sexta-feira, 15 de janeiro de 2016: “Rio tem a menor taxa de assassinatos”. Conclusão do colunista: a crise no estado do Rio de Janeiro está tão violenta que atinge até a venda de munição.
Piada fora, o estado do Rio, o melhor beneficiado do País com a prospecção do petróleo, vive às vacas magras, que não dão nem pelancas. Afora os 10 dedos, falta tudo nos pés do pezão do Pezão. Continuando assim, logo mais estará usando sapatinhos de bebê.
Já a Dilma, a cascateira das promessas não cumpridas – que ia economizar R$ 200 milhões com redução de ministérios, secretarias e cargos comissionados, na realidade cumpriu R$ 16,1 milhões da promessa. É pra rir ou mandar à merda? Prefiro mandar à merda. Quem chora ainda não penetrou na cara de pau da cascateira, peroba da cara de pau da cascateira. Se eu tivesse um mínimo da cara de pau da cascateira, nem poderia fazer a barba sem espelho. A hipócrita diz que vai precisar aumentar impostos, dando razão a Pelé que – lúcido – afirmou que o brasileiro não sabe votar. Fosse eu um sádico e diria: “Bem feito”, aguardando o momento em que nossa Maria Antonieta mandaria o povo comer brioche.
Se alguém acha que estou escrevendo com ódio, não se ache clarividente, mas apenas um leitor que captou o nível de ódio que estou vivendo, mas sem conseguir captar a sua profundidade, quase infinita, se isso fosse possível.
Odeio Dilma. Tantas são as suas mentiras que o meu ódio é enorme e se ela tiver um fim como Mussolini, tenho certeza que a pátria não vai chorar. As pesquisas não mentem.
Enquanto Obama chora a morte de crianças assassinadas e se mobiliza para dificultar a venda de armas nos USA, a nossa estadista enaltece as virtudes da mandioca. Bananas para ela e para quem pensar que sou do PSDB.
Inté

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