Estou saudando a mandioca, uma das maiores
conquistas do Brasil
Dilma, presidente eleita do Brasil.
Nos últimos dias de dezembro do ano findo, o jornal O Globo e a Rede Globo de Televisão no seu “Jornal Nacional” deram destaque ao apreço que a nossa presidente dá às suas palavras, um caso que remete à paranoia, pois ela mente sem necessidade, evidenciando a compulsão em criar, em torno de si, um mundo imaginário, não se preocupando em transformar suas promessas em fatos. Confesso que não sei o nome que a psiquiatria dá a esse tipo de doença, mas que é um mal tenho certeza absoluta. Às vezes sinto que minha distância com as ciências não me ajuda a diagnosticar a paixão pelas distorções óbvias da realidade. É o caso das promessas diárias da nossa presidente jogadas na lata de lixo do esquecimento. O Planalto carece de um funcionário “lembrador”, tipo “ajoelhou, rezou”, ou seja, “prometeu, cumpriu”, que, em relação a ela, é coisa inexistente, uma fantasia que não engana mais ninguém, exceto os que fazem questão de serem enganados.
Quem não apoia minhas palavras que me desminta com fatos:
Dilma prometeu a extinção de 30 secretarias ligadas a ministérios e liquidou apenas sete;
Promissória de cigano: liquidação de três mil cargos comissionados – deixou o corte por 346;
Errou na conta: economia de R$ 200 milhões com redução de ministérios, secretarias e cargos comissionados. Contentou-se com a redução de R$ 16,1 milhões;
Prometeu e não cumpriu até o momento a redução de salários da presidente, do vice e dos ministros.
Vou mandar esta coluna para a minha psiquiatra, dra. Julieta Guevara que, por ser colombiana, há de dar um diagnóstico apolítico.
O Brasil vive hoje um momento sui generis: se você jogar no bicho, receberá um papelzinho onde está carimbado:
Vale o escrito.
Inté.

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