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Abel Silva, Aderbal Freire Filho, Betty Faria, Caetano Veloso, Darlene Glória, Capinan, David Tygel, Fernando Pamplona, Gal Costa, José Wilker, Macalé, Magro do MPB4, …

Abel Silva, Aderbal Freire Filho, Betty Faria, Caetano Veloso, Darlene Glória, Capinan, David Tygel, Fernando Pamplona, Gal Costa, José Wilker, Macalé, Magro do MPB4, Maria Gladys, Paulinho da Viola, Paulo Coelho, Paulo Leminski, Ricardo Villas, Ronaldo Bastos, Sá e Guarabyra, Sueli Costa, Tim Maia e Zé Kéty. Afinal, qual o motivo dessas notoriedades todas juntas? Cada uma, no seu tempo, pré-notoriedade, de 1965 a 1973 morou no Solar da Fossa, num terreno hoje desabitado, ao lado do Posto de Gasolina, junto ao Rio Sul, o segundo shopping do Rio – o primeiro do Rio e do Brasil foi o Centro Comercial do Méier. E agora, está em cartaz, no Rio, um “musicaos” sobre o solar, baseado no livro de Toninho Vaz que assim se apresenta (trecho): “A pensão de 85 apartamentos foi o endereço e o abrigo de poetas, compositores, jornalistas, artistas plásticos – loucos, cabeludos e “desbundados” que vinham de todos os cantos do país e encontravam ali o jardim ideal para plantar suas “folhas de sonho” e materializar verdadeiras obras de arte. O local foi a sede de um verdadeiro caldeirão cultural e o cenário de inúmeras histórias engraçadas, românticas e muito polêmicas. Mais de quarenta anos depois, o autor oferece nestas páginas imagens inéditas e relatos de personalidades como Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Gal Costa, Paulo Coelho, José Wilker, Tim Maia, Betty Faria, entre outras, que divertem o leitor, ao mesmo tempo em que resgatam a memória de um dos períodos mais ricos da história do Brasil. O prefácio do livro foi escrito pelo autor e jornalista Ruy Castro, também antigo morador do Solar da Fossa. Segundo ele, o casarão colonial de dois andares “serviu de incubadora de talentos, ideias e ousadias e mudou para sempre os rumos da cultura brasileira” Um livro imperdível para os admiradores da arte, música e cultura brasileiras”.

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O sistema democrático na Venezuela caiu de maduro e está podre.

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O prefeito Eduardo Paes, do Rio, está pensando em fazer rodízio de carros durante os Jogos Olímpicos do ano que vem. Desde há muito, o jornalismo confunde Jogos Olímpicos com Olimpíadas que, para os gregos, eram, justamente, os anos sem Jogos Olímpicos. De minha parte, acho que os grandes eventos internacionais não poderiam ser pleiteados sem um anterior plebiscito entre os cidadãos do local disputante. Afinal, os cidadãos são os eventuais beneficiários ou vítimas do evento. Não vi, nos Jogos Pan-Americanos sediados no Rio, em 2007, as heranças alardeadas pelo Comitê Olímpico Brasileiro. Quanto à Copa das Copas pretendida pela dona Dilma, além da megadespesa gerada, deixou grandes elefantes brancos como herança e um amontoado de megadívidas. Os custos são sempre subestimados e quando se trata de despesas, o Brasil não sabe fazer contas. Os Jogos Olímpicos já deixarão uma grande herança: a Baía da Guanabara, além da Venezuela, também está podre.

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Inusitado: Dilma, a mentirosa, prometeu a uma índia uma demarcação de uma terra indígena e demarcou. Ou foi uma clone?

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A primeira vez que vi os trabalhos de Debret, senti saudades de tempos que não vivi. Este ano aconteceu, no Rio, uma exposição do grande artista que tão bem retratou a cidade durante a Missão Francesa, que aqui deixou muitos rastros positivos e profundos.

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O vice-presidente da Camargo Corrêa, Eduardo Leite, disse, em depoimento à Polícia Federal nas investigações da Operação Lava-jato, que projetos técnicos malfeitos por parte da Petrobras facilitaram a inserção dos valores das propinas nos contratos firmados com a estatal.

Em depoimento de delação premiada prestado no dia 13 de março e agora divulgado, Eduardo Leite foi questionado sobre a dificuldade de embutir os 2% de propina nos contratos e respondeu que “era fácil por causa dos valores significativos, de muitos milhões ou bilhões de reais”, e também devido à variação do preço final em relação ao valor inicialmente estimado, “motivada pela má qualidade” do orçamento elaborado pela Petrobras.

“Os projetos técnicos da Petrobras careciam de maior detalhamento técnico e qualidade”, afirmou Leite, acrescentando que havia má contratação dos serviços de planejamento, curto tempo para executá-los e “afobação” para fechar os contratos de execução das obras, às vezes antes dos estudos estarem prontos. Hoje, já se sabe que dona Graça Foster, a ex-presidente, foi apenas uma das desgraças da Petrobras.

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Lei de Murphy: “Se este homem tem algum modo de cometer um erro, ele o fará”. Dilma: Por que mulher, não?

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Economia: de “pedalada” em “pedalada” Dilma, chefona do Mantega, inventou a marcha-a-ré da bicicleta.

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José Dirceu não é Deus, mas é onipresente – está em todas.

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O primeiro beijo na boca que dei eu era ginasiano, mas não foi dever de casa. E foi num cemitério, cenário de outros encontros.

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Frei Betto, evocando a memória do bem amado Dom Hélder Câmara, lembra uma das colocações dele: “Se falo dos famintos, todos me chamam de cristão; se falo das causas  da fome, me chamam de comunista”.

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Em abril de 2004, Marcelino Freire, inspirado no microconto de Augusto Monterrroso – “Quando acordou, o dinossauro ainta estava lá” – editou seu desafio a cem escritores brasileiros deste século (XXI) a escreverem histórias com até 50 letras, sem contar título e acentuação. Anos depois, lembrei-me desse delicioso livro e entrei na brincadeira:

Susto

Dona Dilma, é assim mesmo, Presidenta!?

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Inté.

Autor

Mario de Almeida

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