A rede de alcance de um perfil nas redes sociais de um agente público tende a ser engajada, fiel e constantemente atualizada. É uma referência para seus eleitores que se sentem representados. O conteúdo publicado, obviamente de opinião, foi pensado especialmente para estar onde está. Por trás de cada curtida, tem um planejamento, um empenho e um olhar especial da equipe que compõe cada gabinete/secretaria, quando falamos de política. Tem checagem de dados, revisão de português, qualidade de fonte, desenvolvimento de layout e tudo mais que envolve um “simples post”. É tudo previamente preparado.
Acima de tudo, é papel social o compromisso de informar assuntos de interesse público. Estar conectado é um dever e um vício. Acompanhar os principais portais de notícias, redes de setoristas, grupos de whatsApp, programas de rádio e TV, aliados ao feedbacks de reuniões e agenda diária de trabalho, compõem o radar de possíveis publicações. Frente à uma série de decisões relacionadas ao Covid, o trabalho da assessoria jurídica agrega e chancela as informações. A cada novo decreto, bandeira, decisões de cogestão, são levantadas alterações na vida de cada cidadão.
Conhecer quem são seus seguidores, ter traçados públicos prioritários, atender às expectativas de setores que o agente público se identifica, faz com que ele seja peça fundamental no compartilhamento de informações. É referência de credibilidade. Trabalhar conteúdo de utilidade pública, repercutir boas notícias, relembrar o dever dos cidadãos da importância do seu protagonismo na construção de uma cidade/estado/país melhor também são premissas de uma boa comunicação política.


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