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Aculturação: processo pelo qual o contato contínuo entre duas ou mais sociedades causa mudanças culturais. Modo de aprender e incorporar a linguagem, os valores, as crenças e os comportamentos de determinada cultura.

Agênero, Genderqueer ou Não-Binária: pessoas que não se identificam nem como pertencentes ao gênero masculino nem ao feminino.

Aging in Market: conceito criado por Martin Henkel que se materializa como abordagem prática e objetiva para marcas, produtos e serviços aproveitarem as oportunidades do segmento de consumo que mais cresce em volume e exigência – os 60+.

Androcentrismo: visão de mundo que situa o homem (masculino), seu modo de ser e interesses no mundo e, por omissão, condena ao silêncio e à invisibilidade as mulheres. Em um universo androcêntrico, a terra gira ao redor do homem.

Antirracismo: prática de identificar e mudar valores, estruturas e comportamentos que perpetuem o racismo sistêmico.

Apropriação cultural: ato de se apropriar de elementos de uma ou outra cultura da qual não pertence, desconsiderando os significados e tradições que o permeiam. Isso pode partir de um indivíduo ou indústria.

Branquitude: refere-se à identidade racial branca, em que o sujeito branco coloca a si mesmo em uma posição de poder, privilegiada e superior. A branquitude colabora para a construção social e a reprodução de discriminação racial.

Bropropriating: situação na qual um homem se apropria da ideia de uma mulher (geralmente na área laboral) ficando com o mérito da mesma.

Capacitismo: termo que se refere às atitudes discriminatórias em relação a pessoas com deficiência. 

Diversidade: designa as diferenças. Define o verdadeiro retrato da sociedade, pois as pessoas são diferentes umas das outras. Significa abraçar e respeitar essas particularidades ao dar espaço para elas serem quem são, sem medo.

Diversitywashing: usado para se referir a empresas que lançam comerciais e produtos com foco nos públicos de diversidade, mas que internamente não têm um programa sólido de gestão para diversidade. Registrado por Liliane Rocha no Brasil.

Dupla Moral: princípios aplicados de maneira diferente em função da pessoa que realiza a ação. Geralmente o comportamento social é mais permissivo aos homens e mais restritivo às mulheres.

Envelhescência: termo criado pelo sociólogo Manoel Berlinck, que compreende dos 45 aos 65 anos de idade, uma espécie de geração sanduíche entre a idade adulta e a velhice.

Equidade: é promover um  tratamento mais justo entre as pessoas. Parte-se do princípio de que indivíduos diferentes precisam de suportes diferenciados para que possuam as mesmas oportunidades. Adapta uma norma geral a uma situação específica.

Etarismo: preconceito contra pessoas por causa de sua idade. Afeta pessoas jovens, mas é muito mais comum contra pessoas idosas, se manifestando de diversas maneiras, como na forma como desconsideramos a opinião de uma pessoa apenas por ela ser idosa. Também conhecido como idadismo ou ageísmo. 

Feminazi: é uma junção dos substantivos Feminismo e nazismo. O termo é utilizado de uma forma geralmente depreciativa para descrever uma militante feminista extrema.

Igualdade: é o tratamento sem distinção entre todas as pessoas, independente de raça, religião, cultura, idade, gênero e outros marcadores sociais.

Inclusão: é um conjunto de medidas, uma forma de integrar, que gera possibilidades justas e reparos sociais a grupos historicamente excluídos. Um comportamento.

Intergeracionalidade: interações sociais entre pessoas de idades diferentes baseadas em trocas de experiências de vida, valores e princípios. 

Interseccionalidade: é a teoria que defende que as opressões da sociedade (racismo, sexismo, capacitismo, homofobia, xenofobia, classismo) estão sobrepostas em diferentes camadas entre si e não atuam de maneira independente.

Grupos identitários: agrupamentos sociais formados por pessoas que compartilham aspectos de identidade e, assim, possuem interesses, perspectivas e demandas em comum.

Misoginia: ódio ou depreciação das mulheres e, por extensão, de tudo que está associado com os estereótipos tradicionalmente femininos.

Pertencimento: é como os indivíduos se sentem em relação à cultura. Pertencimento é um sentimento ou resultado do comportamento de inclusão.

Tokenismo: termo que define a inclusão simbólica de grupos minorizados, sem provocar mudanças na estrutura das organizações. 


Fontes: 
‘Dicionário da Diversidade e Inclusão de A a Z’, da SafeSpace ; ‘A importância da inclusão e do pertencimento para o bem-estar’, da Ateliê RH.
Glossário da Diversidade 2023 – Casa Girassol Diversidade e Desenvolvimento de Culturas Inclusivas.

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