A confiança vira o novo capital político: em um ambiente onde tudo pode ser fabricado por máquinas, o valor estratégico deixa de ser o alcance e passa a ser a credibilidade construída ao longo do tempo.
O jornalista como mediador, não só emissor: o papel do Jornalismo migra da simples publicação para a curadoria, explicação e contextualização da informação.
Educação midiática entra na agenda institucional: alfabetizar o público para ler, interpretar e questionar conteúdos passa a ser parte da responsabilidade de veículos, marcas e do Estado.


