1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Nasci em Porto Alegre, em 1987, e sempre morei aqui. Apesar disso, tenho uma certa proximidade com duas regiões do interior gaúcho. Uma delas é a Campanha, já que Bagé é a cidade da minha família por parte de pai. A outra é o Sul do Estado, Jaguarão e Pelotas, cidades onde tenho familiares do lado materno. Sou jornalista formado pela PUC em 2010 e sempre trabalhei na área, desde o primeiro estágio.
2 – Como e por que escolheu ser jornalista?
O Jornalismo sempre esteve presente na minha vida. Meu pai, Sérgio Quintana, foi um grande jornalista e, mesmo não tendo conseguido conviver por muito tempo com ele, sempre soube das histórias e sempre o admirei. Além disso, gostava muito de escrever quando criança e adolescente. Escrevia histórias, poemas, novelas. Nada publicável, mas o caminho já estava traçado.
3 – E como se deu o ingresso no rádio?
O ingresso na Rádio Gaúcha se deu quase imediatamente à minha formatura, por meio de um contrato freelancer. Foram uns dois meses até a contratação, em janeiro de 2011. Enquanto criança e adolescente, não tinha o costume de ouvir rádio e comecei a me identificar na faculdade, principalmente, depois de trabalhar no setor de Rádio Escuta do Palácio Piratini e da Assembleia Legislativa. Na época, me vi obrigado a escutar rádio o tempo todo e nunca mais parei. Depois disso, veio a vontade de trabalhar naquilo.
4 – Como avalia esse novo momento profissional, como apresentador do Correspondente Ipiranga, na rádio Gaúcha?
O Correspondente Ipiranga é um noticiário nobre, a principal síntese de notícias do rádio gaúcho, pela qual tenho muito carinho. Isso, por si só, já é um desafio tremendo. Mesmo estando acostumado à função de editor, a responsabilidade à frente de um noticiário dessa importância é grande. As manchetes e os textos são discutidos na redação e é uma tarefa diária que agrega muita experiência e aprendizado. Me sinto seguro por ter convivido com grandes editores e acompanhado com atenção o trabalho de todos. É uma grande oportunidade e espero acertar.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Quando penso em futuro profissional, a rádio Gaúcha segue nos meus planos. Nunca tive pressa para as coisas, sempre achei que acontecem no momento que têm de acontecer. Quero aproveitar e crescer com ele. Conseguir ser um profissional equilibrado e atento às minhas funções. Tenho a convicção de que a Gaúcha proporciona o melhor aprendizado profissional, com tantos colegas competentes no que fazem. Para quem gosta de rádio e quer aprender, é o melhor lugar para estar.

