Com direito a nova diretora-geral, o POA Streaming passa por uma série de reestruturações neste fim de ano, que serão implementadas já em dezembro. A partir do próximo mês, a emissora será controlada pelo Grupo F. Brasil, que ainda terá outras cinco subsidiárias, com diferentes atuações dentro do mercado da Comunicação.
Taísa Salvi, advogada e radialista, deixa a coordenadoria do canal e assume o lugar de Fabiano Brasil, como diretora-geral da emissora, que ganha, também, um Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) próprio. A ação viabiliza que a empresa responda por si só em questões fiscais e trabalhistas.
Outra mudança está na F. Brasil Produções e Eventos, companhia que, até então, detinha o controle do POA Streaming e, agora, cuidará exclusivamente de ações como shows artísticos, culturais, sociais e esportivos. As duas empresas estão sob a tutela do Grupo F. Brasil, que ainda manterá outros três negócios. Um deles é a F. Brasil Editora, que estreará no mercado com a edição do livro ‘25 histórias que não contei em 25 anos’, de autoria de Fabiano, presidente da controladora. Mais quatro obras já estão em fase de produção para serem lançadas no próximo ano. A quarta empresa será a Consulting & Treinament, que oferecerá palestras, workshops, mentorias, consultorias e treinamentos comandados pelo comunicador e por consultores associados.
Por fim, com objetivo social, será lançado o Instituto F. Brasil, que auxiliará a Loja Solidária do Shopping Total. Elaborada em 2020, a iniciativa recebe donativos de todos os tipos, desde alimentos até roupas. Além disso, o programa ‘POA em Ação’, apresentado por Carol Toledo, dará espaço às campanhas de doação. A empresa também será responsável por ministrar oficinas técnicas em sedes parceiras para crianças e adolescentes carentes em vulnerabilidade social. Além disso, instituições de caridade serão agraciadas pelas ações do projeto.
Para Fabiano, a reestruturação permitirá uma melhor administração fiscal, contábil e administrativa das empresas, além de dar independência a cada uma delas. “A ideia é otimizar as nossas atividades, descentralizando o poder de decisão de questões diretivas, ainda que, como grupo, todas tenham a nossa missão, objetivo e valores”, destaca o executivo.

