A próxima licitação para as agências de publicidade do governo do Estado foi a questão mais debatida durante a mesa-redonda promovida hoje pela rádio ABC 900, de Novo Hamburgo, entre profissionais do mercado e o coordenador de publicidade da Secretaria de Comunicação Social, Fábio Bernardi. Fábio expressou duas certezas genéricas: a de que o edital seguirá as normas do CENP e as sugestões apresentadas em minuta pelas entidades do setor. Mas disse que nada está definido quanto a número de contas, total da dotação orçamentária e a permissão ou não de consórcios de agências.
Estas indecisões contribuíram para atrasar a data de publicação do edital, que não será mais dia 24, embora o governo esteja trabalhando para resolver a questão até o final da próxima semana. Ao responder a pergunta de um dos publicitários que participaram do debate, o coordenador assegurou que em hipótese alguma o governo terá tantas agências como agora (16, contratadas pelo governo anterior) porque quer “garantir uma unidade de comunicação e linguagem”.
O encontro foi mediado por Luiz Alberto Vargas e Nenê Zimermann, e dele participaram também dirigentes do grupo Sinos, entre eles Mário Alberto Gusmão, Carlos Eduardo Gusmão e Edgar Lisboa.

