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JORNALISMO NÃO É TÉCNICO-CIENTÍFICO, DIZ ABI

O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azêdo, foi um dos debatedores do encontro promovido pelo Clube de Editores de Opinião, hoje …

O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azêdo, foi um dos debatedores do encontro promovido pelo Clube de Editores de Opinião, hoje pela manhã, no Hotel Sheraton Porto Alegre, para tratar do projeto do Conselho Federal de Jornalismo, que tramita no Congresso Nacional. “O texto parte de um equívoco que é buscar semelhanças entre o jornalismo e as carreiras de natureza técnico-científicas”, defendeu o presidente da entidade fundada em 1908. Para ele, “a atividade jornalística se dá no plano da abstração e das idéias, e isso não pode ser objeto de coerção”. Azedo acredita também que vai contra a realidade o pressuposto do projeto de que o exercício do jornalismo é feito por profissionais autônomos, quando, na verdade, a maioria dos jornalistas é assalariada. “Idéias de conselhos e ordens para jornalistas não são novas no Brasil e, historicamente, têm sido apresentadas por segmentos que representam a picaretagem e o peleguismo”, afirmou o presidente da ABI, esclarecendo a seguir: “Mas não é o caso das pessoas que agora defendem o CFJ”.

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