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Luis Carlos Heinze é o quinto sabatinado da ARI

Senador filiado ao PP participou de entrevista mediada por repórter de Coletiva.net

Nesta sexta-feira, 19, o senador Luis Carlos Heinze, do Partido Progressistas (PP), foi o quinto candidato ao Governo do Estado sabatinado pela Associação Riograndense de Imprensa (ARI). A entrevista, que foi mediada pela repórter de Coletiva.net, Sarah Acosta, ainda teve a participação do apresentador da rádio Jovem Pan Litoral Sandro Sauer e do repórter da Rádio Gaúcha Gabriel Jacobsen. 

Em comum a todos os candidatos, a sabatina começou com Heinze respondendo o porquê deseja ser governador. Ele contextualizou que, com sua experiência de líder classista e de quando foi prefeito, acredita que pode ajudar o Estado. “Acho que essa minha trajetória vale muito e creio ter muitas condições para auxiliar o Rio Grande do Sul. Pelas deficiências apresentadas hoje, tenho certeza que posso ajudar”, explicou. 

Questionado por Gabriel sobre ser transparente com dados em um possível governo, inclusive em questões não favoráveis ao mandato, o candidato disse não ver problema na divulgação dessas informações à imprensa. “Aqui será transparência total, porque o Estado precisa disso. E vocês, jornalistas, terão essas informações, para mim é importante”, disse. Além disso, Heinze se colocou contra o sigilo de informações públicas em sua gestão. O candidato ainda disse que será diretamente responsável por seus atos e cobranças recebidas. “Para mim é tudo público. Não tenho nada a esconder de ninguém”, esclareceu em resposta à Sarah.

Questionado pela repórter de Coletiva.net sobre a visão em relação à administração da TVE e da FM Cultura, após extinção da Fundação Piratini, o candidato disse não estar a par do tópico. “Estou vendo muitas outras questões do Estado, como orçamento e ainda não tive tempo de ser brifado sobre esse assunto. Mas, prometo examinar o tema e dar uma posição sobre isso”, afirmou.

Sandro, então, perguntou a Heinze sobre investimentos estatais para o Jornalismo, em especial, aos grupos de Comunicação do interior. “Tem que haver uma forma (de investir). Eu preciso da imprensa, tanto da Capital, quanto de outras regiões”, avaliou. O senador ainda revelou que, após conversa com a Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (Agert), levou até o presidente Jair Bolsonaro (Partido Liberal) um pedido de patrocínio às emissoras menores. A solicitação, no entanto, não foi cumprida. “Não foi possível, é difícil. Mas, a minha ideia é ajudar vocês da imprensa como um todo”, assegurou.

Trato à imprensa

Provocado por Gabriel a mencionar o nome de um gestor público que seja exemplo no trato com a imprensa, Heinze citou o senador, e candidato a governador por Santa Catarina, Esperidião Amin (PP). Então, o repórter insistiu questionando se Bolsonaro não seria um exemplo. “Não se relaciona bem com a imprensa. Ele devia usar melhor a imprensa”, opinou Heinze. 

O candidato, ainda, disse que recomendou ao presidente da República que pedisse que a direção da Comunicação da presidência se aconselhasse com o jornalista Alexandre Garcia. “É um cara com experiência na Globo, que conhece muita coisa, é traquejado para isso”, disse. No encerramento da entrevista, Heinze assinou o Termo de Compromisso com a Transparência e Liberdade de Informação, documento proposto pela ARI que será apresentado a todos os candidatos sabatinados.

Confira a entrevista completa logo abaixo:

 

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