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Matheus Chaparini é o novo reforço do Correio do Povo

Jornalista atua como redator digital desde abril para o portal de notícias do jornal

Desde abril, Matheus Chaparini reforça o time de jornalistas do Correio do Povo como redator digital do portal de notícias. Com o ingresso na empresa, ele também retornou a Porto Alegre depois de cerca de cinco anos atuando longe da cidade, época em que passou pelo Grupo A Hora e pelo Jornal NH.

Em conversa com a reportagem de Coletiva.net, Matheus ressaltou a importância em estar no Correio do Povo. “É muito legal poder trabalhar em um veículo com o tamanho, a história e o peso que ele tem”, disse. Com atuação no portal de notícias do jornal, ele é responsável pela produção de matérias para o site, pela edição de conteúdos de agências e pelo acompanhamento de jogos da dupla Gre-Nal, além da gravação de podcasts.

“É uma função um pouco diferente. Eu vinha atuando como repórter de Geral e agora estou como redator do on-line. Está sendo uma experiência muito bacana”, explicou para a reportagem. Além disso, para ele, a oportunidade traz a possibilidade de se tornar um profissional “mais completo”, ao desenvolver “novas habilidades no Jornalismo que não desempenhava antes”.

Além disso, ele entende que a ida ao Correio do Povo também é chance de colocar em prática um plano que tinha há alguns anos: retornar a Porto Alegre. “Já era minha intenção voltar a trabalhar e a viver nessa cidade que nasci e fui criado”, comentou. Desde 2018, ele esteve fora da Capital. No período, foi repórter do Grupo A Hora, de Lajeado, até 2021, e nos últimos dois anos esteve no Jornal NH, de Novo Hamburgo. 

Processo extinto

Em 2016, ainda como repórter do Jornal Já, Matheus foi preso pela Brigada Militar enquanto cobria uma ocupação de estudantes ao prédio da Secretaria Estadual da Fazenda, no centro de Porto Alegre. Ele ficou detido no antigo Presídio Central durante 14 horas e foi liberado na madrugada de 16 de junho. Desde então, o jornalista respondia pelo crime de dano qualificado e resistência. Na última segunda-feira, 1º, o processo, no entanto, foi extinto, após a juíza responsável reavaliar o caso e entender que os crimes pelos quais respondia, dano qualificado e resistência, prescreveram. 

À época, Matheus estava “devidamente identificado” como jornalista e testemunhas informaram às autoridades que ele não participou das ações e que estava trabalhando. “Sem nenhuma explicação, prova ou acusação fui preso”, relembrou. A extinção do processo, porém, não foi o resultado ideal para o comunicador, que esperava a oportunidade de apresentar provas e que o caso fosse analisado, para conquistar a inocência. “Mesmo assim, é uma excelente notícia, uma vez que a decisão me dá uma tranquilidade e uma liberdade para trabalhar que, de certa forma, me foi tolhida sete anos atrás. É uma vitória”, enfatizou.

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