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Na Share, 2023 foi ano de desafios e oportunidades

Rafael Martins, CEO da empresa conta que mercado da tecnologia, foi muito dinâmico, principalmente com a vinda com força da IA

O CEO da Share, Rafael Martins, avaliou que 2023 foi desafiador, porém, ao mesmo tempo de muitas novas oportunidades, pois, segundo ele, o mercado da tecnologia foi muito dinâmico, principalmente com a vinda da força da Inteligência Artificial (IA), que trouxe novas possibilidades e fez a empresa pensar mais sobre os produtos que entrega, e a forma como a faz e para onde podem ir. Em conversa com a equipe de reportagem de Coletiva.net, o gestor contou que, no último ano, a plataforma completou uma década e que segue mais forte e prospectando novas oportunidades para o futuro.

Rafael contou que a Share conseguiu penetrar no mercado B2B (business to bussiness, sigla em inglês que significa ‘de empresa para empresa’) de São Paulo, e realizaram diversos projetos com grandes empresas, universidades, além de ter conseguido emplacar boas coberturas de eventos internacionais. Ele destacou também o crescimento acima do esperado do Clube Share. “Que de fato cumpre um papel fundamental para os profissionais do nosso mercado, atualizando-os constantemente com professores que são as maiores referências do setor”, pontuou. Além disso, o gestor disse que a marca conseguiu abrir novas frentes de receita e produtos.

Para o CEO, 2023 foi um ano desafiador em diversos setores, pois houve a troca de governo, algo que sempre traz uma instabilidade. As questões climáticas também foram muito fortes no ano passado, não só no Brasil, mas no mundo todo. “Em todos os eventos internacionais que tive a oportunidade de cobrir, a pauta climática era prioridade. As sociais seguem crescendo em relevância e puxam investimentos novos das empresas e do mercado como um todo”, afirmou.

De acordo com o gestor, a empresa bateu todas as metas de 2023, em especial no Clube Share, que cresceu 230% acima do esperado. “Além das metas batidas, nós criamos novas adjacências de receita e penetramos em mercados grandes, o que nos dá um cenário futuro muito promissor”, explicou.

Expectativas para este ano

Rafael acredita que em 2024 a economia estará mais aquecida, pois passado um ano do novo governo, o mercado tem mais previsibilidade dos projetos. Conforme o CEO, o setor da tecnologia foi muito afetado pela baixa entrada de IPOs (Initial Public Offering ou Oferta Pública Inicial) e M&A (Mergers & Acquisitions ou Fusões e Aquisições) das startups, o que fez com que o dinheiro não retornasse ao mercado e, consequentemente, para o investimento em negócios nascentes. 

“No primeiro trimestre deste ano estão previstos diversos IPOs de empresas tech, e se foram bem-sucedidos, o dinheiro normalmente voltará ao mercado. No Brasil seguimos esperando pela baixa dos juros, pois ela é um indicador de investimentos novos e de crescimento”, explicou. Segundo Rafael, a empresa prevê crescer pelo menos 50% em 2024.

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