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Novo episódio do ‘Fala, Mercado!’ é direto do Festival de Cinema de Gramado

Edição especial está no ar com a participação de Gisele Hiltl e Roger Lerina

Parte das ações de cobertura de Coletiva.net ao 51º Festival Internacional de Gramado está no ar uma edição especial do ‘Fala, Mercado!’, de Coletiva.tv, gravado diretamente do evento. Apresentado por Márcia Christofoli, o programa teve a participação da coordenadora do Conexões Gramado Film Market, Gisele Hiltl, e do jornalista e crítico de Cinema Roger Lerina.

A edição foi iniciada com os entrevistados compartilhando seus destaques sobre o Festival de 2023. “É um ano em que temos R$ 2,8 bilhões pela Lei Paulo Gustavo e R$ 1,5 bilhão de Fundo Setorial do Audiovisual, mas não temos Cota de Tela e nem direitos autorais”, disse Gisele. Com isso, para ela, a marca do evento deste ano é o “grito que está surgindo” pela luta a esses direitos. 

Já Rogério trouxe à tona a participação da ministra da Cultura, Margareth Menezes, que considerou um aceno da pasta pelo apoio a pautas importantes do setor, como a regulação dos serviços de streaming. Ele também destacou a exibição de ‘Mussum, o Filmis’, que venceu seis Kikitos. “Em um momento que o Brasil quer superar a polarização que nos crivou nos últimos anos, uma figura como o Mussum ou Os Trapalhões, que são uma unanimidade nacional, galvanizam as diferentes visões”, completou.

Outro assunto tocado no programa foi a Carta de Gramado 2023, que defendeu as regulações, como a dos streamings e do vídeo sob demanda (VOD), além da justa remuneração dos direitos autorais e da Cota de Tela, que visa assegurar uma presença mínima de produções brasileiras nos cinemas. “Essa é exatamente a nossa grande batalha. Construir, produzir, mas não ter acesso à produção, não adianta”, pontuou Gisele, após ler o manifesto.

Dentro disso, Roger concordou com a fala de Margareth em entrevista antes do Festival, em que abordava as questões levantadas pelo documento e dizia que estava “na hora de nos encontrarmos com nossa cultura”. “Muitas vezes, as pessoas defendem um liberalismo total, em que utilizam argumentos de que não se pode obrigar ninguém a consumir conteúdos brasileiros, mas o ponto é que não existe oportunidade para essas produções”, completou o jornalista.

Confira o episódio:

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