Quando um fato vira notícia e é repercutido na imprensa, pode ser interpretado de diferentes maneiras. Dependendo primeiro de quem vamos falar e nessa lista temos todos que participam do processo de comunicação – jornalista, fonte, assessoria/equipe. Ainda temos os leitores/ouvintes/telespectadores e o público das redes sociais. O fato é que tem muita gente diretamente envolvida, indiretamente afetada/beneficiada e a sociedade tendo à disposição informações de diferentes editoriais que o jornalismo de credibilidade oferece.
Tem quem veja uma notícia publicada e pense em reforço de marca. Entra no relatório da assessoria, no post da rede social, no indicador de desempenho. É a entrega de um serviço, a exposição mais pública do nome que está sendo trabalhado e do papel como fonte – desde cargo/conhecimento/representatividade. Com isso, a pauta que repercutiu foi legitimada pelo crivo do jornalista. A importância do fato é diretamente proporcional ao espaço que é conquistado na mídia. São tantas sugestões e um espaço diagramado e tempo de fala reservados para cada tema ser exposto nos meios de comunicação.
A reflexão a se fazer é que a imprensa vai ainda mais além do que um meio de se comunicar. E isso está ligado à razão de termos nomes expoentes em cada uma das editorias. Temos nossos profissionais de referências na política, economia, esportes e por aí vai. Essas pessoas além de “dar voz”, são respeitadas pelas funções que exercem e também pelas opiniões que emitem. Os formadores de opinião contribuem para trazer assuntos ao debate público.
O que precisa existir em comum entre todos os elos da comunicação é a responsabilidade social. Uma manifestação junto com o alcance de algumas publicações podem mudar o contexto de uma cidade, de um estado, de país. Saber contribuir para o bom andamento de onde se vive passa por se responsabilizar pelas consequências de uma certa maneira, mesmo que seja um apelo de ética, comportamento e compromisso. É saber se comunicar e entender o seu papel nisso.


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