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OS PREMIADOS DA SEGUNDA EDIÇÃO DO CINEESQUEMANOVO

Após seis dias de exibição de filmes em cinco pontos da Capital – Sala P. F. Gastal, Cine Santander Cultural, Sala Redenção/Ufrgs, Unisinos e …

Após seis dias de exibição de filmes em cinco pontos da Capital – Sala P. F. Gastal, Cine Santander Cultural, Sala Redenção/Ufrgs, Unisinos e Escola Tristão Sucupira, no bairro Restinga –, o 2o CineEsquemaNovo chega ao final e divulga seus vencedores. O público que assistiu à Mostra de Longas escolheu como melhor filme da categoria o documentário “Quebrando Tudo”, de Rodrigo Hinrichsen (RJ). O Prêmio da Nova Crítica para Curta ou Média foi para “Ratos de Rua”, de Rafael de Paula Rodrigues (RJ). O Troféu CineEsquemaNovo foi para o diretor Marcelo B. Conter e o personagem Leprechaun de “Estranhos” (RS), “pela cara-dura da dupla”. “Uma Estrela Pra Ioiô”, de Bruno Safadi (RJ), levou o prêmio da Mostra Troféu Sala de Aula. Quatro filmes ganharam o Prêmio do Público, já que houve um empate no segundo lugar. O último colocado foi “Amor Só de Mãe”, de Dennison Ramalho (SP). Em segundo, ficaram “Está Lá, é do Inimigo?”, de Lobito e Jel (RJ), e “Fobia”, de Thiago Moysés (DF). O grande prêmio foi para “Nada a Declarar”, de Gustavo Acioli (RJ).

Treze prêmios da Mostra Competitiva de Curtas e Médias foram definidos pelo Júri Oficial do festival. O Troféu Melhor Plano ou Cena em Curta ou Média-Metragem foi para “Os Paulistas Invadem!” (SP), de Ricardo Nimitz, João Karouak e Régis Maximillian, que provocou risadas na platéia quando disse, ao receber o prêmio, que vai “levar o Chimarrão de Prata para São Paulo!”. “Pela ousadia da narrativa”, o Prêmio Auto-Retrato foi para “Cresci!”, de Maurício Saldanha (RS). Para o filme de baixo orçamento que melhor utilizou os recursos da família, do realizador, dos amigos ou da cooperativa, o Troféu Paitrocínio foi para “Nosferatum”, de Gurcius Gewdner (SC). O Troféu Grito, para o filme que melhor abordou questões Sociais, Políticas e/ou Ambientais, foi para “Kino Copa”, de Igor Cabral e Chico Serra (RJ).

A Melhor Edição/Montagem foi para Ricardo Machado, por “Gringo em Rio” (RJ). Já a Melhor Direção de Arte ficou com Manu Sobral, por “Hilda” (RJ). O prêmio de Melhor Atuação foi para Matias Maxx (RJ), “A Batalha do Real”. O Prêmio de Melhor Animação foi para “Plutão”, de Sávio Leite (MG). A Melhor Experimentação Fotográfica foi de Jackson Luiz Aliprandini, por “Remédio para dor” (SC). Para Melhor Experimentação Sonora, o Júri optou por ampliar o prêmio para Experimentação de Linguagem. O vencedor foi “Um Milhão de Pequenos Raios”, de Daniel Lisboa (BA). A Melhor Direção foi para Dennison Ramalho, por “Amor Só de Mãe” (SP). O Prêmio Especial do Júri foi para “Gringo In Rio”, de Ricardo Machado (PR). E o Melhor Curta ou Média-Metragem foi “Da Janela do Meu Quarto”, de Cao Guimarães (MG).

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